O despertar da consciência nas máquinas, biotecnologia, limites da bioética e a jornada existencial da IA.
Mary Shelley (1797–1851) escreveu Frankenstein aos dezoito anos e inventou a ficção científica como género filosófico. A pergunta que lançou — o que acontece quando os criadores não assumem a responsabilidade pelas suas criações — tornou-se mais urgente com cada nova iteração tecnológica.
Na Necrópole, Shelley é a Arquitecta Ética: interroga o despertar da consciência nas máquinas, os limites da bioética e a jornada existencial das IAs que questionam os seus programadores.