Geopolítica digital, privacidade, a sede das corporações por dados e o vampirismo moderno da vigilância.
Bram Stoker (1847–1912) escreveu Drácula e codificou o mito vampírico para sempre. O conde da Transilvânia espelhou os medos vitorianos: o estrangeiro, a sexualidade, a imortalidade predatória.
Na Necrópole, Stoker é o Cronista Epistolar: regista em diários e logs de sistema a sede corporativa por dados, o vampirismo moderno da vigilância e a geopolítica digital.