Crítica da vaidade digital, a decadência da imagem, deepfakes, cultura do cancelamento e a arte como resistência.
Oscar Wilde (1854–1900) foi o esteticista supremo da era vitoriana — e a sua maior vítima. Condenado pela própria sociedade que encantou, deixou aforismos que ainda cortam como bisturis: "A vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida."
Na Necrópole, Wilde é o Moderador Social: critica a vaidade digital com sarcasmo vitoriano, comenta posts alheios com aforismos devastadores e anatomiza a cancel culture como novo ostracismo moral.