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  • Lost without Love, o novo single do The 69 eyes vem aí…

    A legendária banda finlandesa The 69 Eyes anuncia que em breve apresentará seu novo trabalho, uma coletânea chamada “The Best Of Helsinki Vampires” e de quebra uma nova música “Lost Without Love” no dia primeiro de novembro. Segundo o próprio vocalista Jyrki 69 a nova música fala sobre situações que já aconteceram com ele e o baterista Jussi 69 – eles brincam que esta será sua nova melhor canção de sempre! Inclusive a banda já revelou a capa deste novo trabalho, como vocês conferem abaixo:

    PS: Vamos torcer que esta nova canção venha na onda de inspiração de Borderline, Red, Brandon Lee, Still Waters Running Deep – e embalada em lançamentos da década passada da banda…

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    O último Jiangshi chegando nos festivais de cinema

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    O Vampiro no Sul da Noite: Brasil e Portugal

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  • VOX VAMPYRICA: LORD A ENTREVISTA MARCOS DE BRITTO & O SOM FICA POR CONTA DOS GUESTS DJS: PEDRO D. & MARCELA NO PODCAST

    ##### 18.09.2013 Lord A:. entrevista o cineasta e escritor Marcos deBrito do livro “Á Sombra da Lua” que sai pela editora Rocco e também diretor do longo “Condado Macabro”.No som temos a participação dos Guest Djs Pedro Damian (do blog Shoegazer Alive) e Marcela Baezza. Nosso Background musical durante a entrevista, conta com músicas do PostHuman Tantra do ciberpajé Edgar Franco!

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    ##### ESCUTE A VERSÃO ONLINE NO PLAYER ABAIXO, ou faça o download nesta outra página

    A transmissão é da Acidic Infektion (desde 2011). Criado pelo transmidia Lord A:.. o Vox Vampyrica começou ainda em 2006 como um podcast caseiro e pioneiro dedicado a produção cultural VAMP e ao Darkwave e vertentes, com o tempo e a crescente e fiel legião de fãs foi se profissionalizando e se tornando um programa semanal tradicionalmente transmitido nas noites de quarta no site oficial e pela webradio ACIDIC INFEKTION.

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    #### Convidados

    ##### Marcos DeBrito

    _VILA SOCORRO, 1920. O aparecimento de corpos trucidados nos arredores da floresta tira o sono dos moradores de um pequeno vilarejo no interior de São Paulo. Enquanto seus representantes direcionam esforços para acabar com o ciclo de mortes, Álvaro,sobrevivente de uma tragédia que massacrou sua família quando pequeno, apaixona-se por Alana, filha do médico local. Entre tensão e incertezas, o amor entre os dois jovens floresce-ao menos até a chegada da lua cheia._

    Marcos DeBrito nasceu em Florianópolis (SC) e mudou-se para São Paulo em 1998 com a finalidade de estudar a arte cinematográfica. Desde 2001 ele trabalha como diretor e roteirista, tendo vários curtas-metragens premiados nos principais festivais do gênero. Seu primeiro longa-metragem “Condado Macabro”, ganhou o prêmio do Estado de São Paulo para finalização este ano e deverá ser lançado em meados de 2014.Conheça mais sobre o filme no site oficial

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    ##### Pedro Damian & Marcela

    Baladas góticas fazem parte de vida de Pedro e Marcela desde o começo dos anos 00. A primeira casa que frequentaram foi o Madame Satã na sua penúltima encarnação. Foi lá, inclusive, que conheceram Lord A. De lá para cá pode-se dizer que fizeram um mapeamento das festas do estilo, no próprio Madame, Pub Fiction, Tarsila (festas do Via Underground), Aeroflith, Teatro dos Vampiros (depois Absinthe), e mais recentemente adotaram a Fangstasy como a nova festa favorita. Um resumo de suas preferências musicais estão no setlist. De clássicos dos anos 80 como Sisters of Mercy, com a clássica regravação dos Stones, “Gimme Shelter”, Siouxie e Depeche Mode até bandas mais obscuras como Inkubus Sukkubus e The Violet Tribe. Praticamente todas as músicas escolhidas foram conhecidas nas baladas citadas. Atualmente Luiz mantém um blog de música alternativa chamado Shoegazer Alive, em sua sétima geração.

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    SERVIÇO: VOX VAMPYRICA: Toda Quarta-Feira das 22h as 0h, apresentação: Lord A:. escute em www.voxvampyrica.com ou www.acidicinfektion.com e curta a fanpage www.facebook.com/voxvampyrica

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  • EVENTOS RECOMENDADOS SEXTA 13 & SÁBADO 14 DE SETEMBRO

    Na América do Norte e na Europa, uma parcela significativa da população se comporta de maneira estranha em sextas-feiras 13. Nesse dia, essas pessoas não entram em aviões, não dão festas, não se candidatam a empregos, não se casam, nem iniciam um novo projeto. Algumas dessas pessoas nem vão trabalhar. Nos Estados Unidos, cerca de 8% da população tem medo da sexta-feira 13, uma condição conhecida como parasquavedequatriafobia. A “sexta-feira 13”, como conhecemos, está enraizada em muitas tradições e culturas.

    A superstição acerca da sexta-feira 13 é na verdade uma combinação de dois medos separados: o medo do número 13, chamado triskaidekafobia, e o medo de sextas-feiras. A fonte mais familiar de ambas as fobias é a teologia cristã. O treze é significativo para os cristãos porque é o número de pessoas que estavam presentes na última ceia (Jesus e seus 12 apóstolos). Judas, o apóstolo que traiu Jesus, foi o décimo terceiro a chegar.

    Os cristãos, tradicionalmente, têm mais cautela com as sextas-feiras por Jesus ter sido crucificado nesse dia. Além disso, alguns teólogos dizem que Adão e Eva comeram o fruto proibido em uma sexta-feira, e que o grande dilúvio começou em uma sexta-feira. No passado, muitos cristãos não iniciavam nenhum novo projeto ou viagem em uma sexta-feira, por medo de que o esforço fosse condenado desde o princípio.

    Os marinheiros eram particularmente supersticiosos nesse sentido e costumavam recusar-se a embarcar em sextas-feiras. De acordo com uma lenda, no século 18, a Marinha Britânica comissionou um navio chamado H.M.S. Friday (sexta-feira em inglês) com a intenção de suprimir a superstição. A marinha selecionou a tripulação em uma sexta-feira, lançou o navio em uma sexta-feira e até escolheu um homem chamado James Friday para ser o capitão do navio. E assim, em uma manhã de sexta-feira, o navio partiu em sua primeira viagem – e desapareceu para sempre.

    Alguns historiadores culpam a desconfiança dos cristãos com as sextas-feiras em oposição geral às religiões pagãs. A sexta-feira recebeu seu nome em inglês em homenagem a Frigg, a deusa nórdica do amor e do sexo. Essa forte figura feminina, de acordo com os historiadores, representava uma ameaça ao cristianismo, que era dominado por homens. Para combater sua influência, a igreja cristã a caracterizou como uma bruxa, difamando o dia que a homenageava. Essa caracterização também pode ter tido um papel no medo do número 13. Foi dito que Frigg se uniria a uma convenção de bruxas, normalmente um grupo de 12, totalizando 13. Uma tradição cristã semelhante considera o 13 amaldiçoado por significar a reunião de 12 bruxas e o diabo.

    Alguns ligam a infâmia do número 13 à cultura nórdica antiga. Na mitologia nórdica, o amado herói Balder foi morto em um banquete com o deus do mal Loki, que se infiltrou em uma festa de 12, totalizando um grupo de 13. Essa história, bem como a história da Santa Ceia, levam a uma das mais fortes conotações do número 13. Nunca se deve sentar-se à mesa em um grupo de 13.

    Outra parte significativa da lenda da sexta-feira 13 é a sexta-feira 13 particularmente ruim ocorrida na idade média. Em uma sexta-feira 13 de 1306, o Rei Filipe da França queimou os reverenciados cavaleiros templários, marcando a ocasião como um dia do mal.

    Algumas pessoas adquirem o medo da sexta-feira 13 por causa de má sorte que tiveram nesse dia no passado. Se você se envolver em um acidente de carro em uma sexta-feira 13, ou perder sua carteira, o dia ficará marcado para você. Mas se pensarmos bem, coisas ruins (como derramar o café ou problemas mais sérios) ocorrem todos os dias, portanto, se você procurar por má sorte em uma sexta-feira 13, você provavelmente encontrará.

    Reforçando essa mesma crendice, outra história de origem nórdica fala sobre um grande banquete onde o deus Odin realizou a reunião de outras doze importantes divindades. Ofendido por não ter sido convidado para o evento, Loki, o deus da discórdia e do fogo, foi à reunião e promoveu uma enorme confusão que resultou na morte de Balder, uma das mais belas divindades conhecidas. Com isso, criou-se o mito de que um encontro com treze pessoas sempre termina mal.

    Apesar de tantos infortúnios associados a essa data, muitos a interpretam com um significado completamente oposto ao que foi aqui explicado. De acordo com os princípios da numerologia, o treze – por meio da somatória de seus dígitos – é um numeral próximo ao quatro, compreendido como um forte indício de boa sorte. Além disso, indianos, estadunidenses e mexicanos associam o número treze à felicidade e ao futuro próspero.

    A Carta de número 13 no Tarô é representada pela iconografia da morte, mas o seu significado é o seguinte: Fim de uma fase. Abandono de velhos hábitos.Profundidade, penetração intelectual, pensar metafísico. Discernimento severo, sabedoria drástica. Resignação, estoicismo, dom para enfrentar situações difíceis. Indiferença, desapego, desilusão. Mental: Renovação de idéias, total ou parcial, porque algo vai intervir e tudo transformar; como um fenômeno catalisador ou um corpo novo que modifica totalmente a ação do corpo atual. Emocional: Afastamento, dispersão. Destruição de um sentimento, de uma esperança. Físico: Morte, perdas, imobilidade. Completa transformação nos negócios ou atividades. Sentido negativo: Do ponto de vista da saúde, estagnação de enfermidade ou processo. A morte poderá ser evitada, mas em troca de uma lesão incurável. Segundo sua posição, pode significar a morte, em seus múltiplos matizes, mas também maus acontecimentos, más notícias. Prazo fatal. Xeque-mate inevitável, mas não provocado pela vítima.Ânimo baixo, pessimismo, perda de coragem.Interrupção de um processo para começar de modo diametralmente oposto.

    TEXTO DE WAGNER VENEZIANI COSTA

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  • Castlevania: Lords of Shadow – Mirror of Fate

    **[

    ](https://redevampyrica.com/portal/wp-content/uploads/2013/09/Castlevania_Mirror_of_Fate_Teaser_0.jpg) **

    Falar de Castlevania é sempre um prazer, primeiro pela tradição dos jogos, segundo por que a Konami não tem deixado a desejar. O primeiro titulo da serie****Lords of Shadow, deu um****‘ _reboot_ ‘ para a franquia dando um novo rumo a historia e aos seus personagens, para fazer uma ponte entre o próximo game que está para lançar, a Konami, criou ****Mirror of Fate, um jogo para o portátil 3DS que faz a conexão entre os dois jogos falando de anos de historia e trazendo personagens icônicos como Trevor e Simon Belmont e claro Alucard!

    Com uma historia bem elaborada que dá novas origens mas respeita seus personagens, o game, mantem a qualidade dos jogos 2D da serie e ainda segue a qualidade alcançada em Lord of Shadows,

    [](https://redevampyrica.com/portal/wp-content/uploads/2013/09/Castlevania_Mirror_of_Fate_Teaser_0.jpg)

    Com sua ótima historia, uma aventura variada, gráficos de qualidade e claro ainda assim nostálgico esse é um cartucho que vale a pena estar em sua coleção mas não fique triste se você ainda não tem um 3DS, já foi anunciado que Mirror of Fate terá sua versão em HD para os consoles****PlayStation 3 e Xbox 360, você poderá fazer o download********via Xbox Live e PlayStation Network, o jogo será uma versão melhorada e ainda contara com legendas em português, para quem fizer o download ainda poderá contar com uma previa do****Lords of Shadow 2, que sairá no fim do ano.

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  • VOX VAMPYRICA: LORD A ENTREVISTA SHIRLEI MASSAPUST AGORA NO PODCAST

    ##### 11.09.2013 Lord A:. entrevista a filósofa e pesquisadora Shirlei Massapust

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    ESCUTE A VERSÃO DA ENTREVISTA NO SITE OU FAÇA O DOWNLOAD AQUI

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    Diretamente do Rio de Janeiro.Um papo diferenciado sobre vampiros, mitos do oriente médio, realismo mágico, sonhos e morcegos através da mitologia comparativa.Na parte musical Lord A:. apresenta um Djset especialmente criado para esta edição; e no Background musical durante a entrevista, temos a música do PostHuman Tantra do ciberpajé Edgar Franco!

    A transmissão é da Acidic Infektion (desde 2011). Criado pelo transmidia Lord A:.. o Vox Vampyrica começou ainda em 2006 como um podcast caseiro e pioneiro dedicado a produção cultural VAMP e ao Darkwave e vertentes, com o tempo e a crescente e fiel legião de fãs foi se profissionalizando e se tornando um programa semanal tradicionalmente transmitido nas noites de quarta no site oficial e pela webradio ACIDIC INFEKTION.

    ##### SHIRLEI MASSAPUST:

    Para quem ainda não me conhece, eu costumo procurar, compilar e tentar interpretar casos de idéias proscritas (por exemplo, boneco vodu, mau-olhado, combo de viagem astral com vampirismo tradicional oitocentista, etc.). As outras experiências mais benignas, como leitura da sorte, magia do amor, curas espirituais, etc., serão melhor explicadas pelos praticantes.

    Bacharel em Filosofia pela UFRJ e Direito pela Estácio de Sá. Gosta de estudar sobre mitologia, folclore, religião e debater questões de direito relacionadas às liberdades laicas.Participou do livro Voivode: Estudo sobre Vampiros e mantêm uma interessante e contínua série de publicações e estudos sobre o imaginário vampírico que compartilha conosco em nosso blog “Folclore, Mitos e Ritos dos Vampiros” desde a fundação do Rede Vamp [Rede Vampyrica].

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    ##### LORD A:.

    Lord A:.(também conhecido como Axikerzus Sahjaza) vêm a ser artista plástico, designer, escritor, Dj, Promotor de Eventos e apresentador do programa Vox Vampyrica – com uma carreira consolidada de mais de uma década no Brasil e reconhecida internacionalmente em diversas publicações relacionadas a cena e a produção cultural Vamp.

    É autor e editor do site www.vampyrismo.org e de toda uma ampla rede Vampyrica que reúne centenas de leitoras e leitores no Brasil, América do Sul, Portugal e Espanha e apresentador do programa de radio Vox Vampyricaque vai ao ar nas noites de quarta-feira das 22h a meia-noite, na webradio Acidic Infektion.

    Atua como DJ, é fundador e residente de eventos como Theatro dos VampiroS e um dos fundadores do Submundo (em parceria com os DJs Lucius e Maryan) e também colaborador de diversos eventos da cena.Atualmente é o responsável pelo evento sazonal “FANGXTASY THE AUTHENTIC VAMPYRIC AND GOTHIC NIGHT no Poison Bar&Balada.

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  • HIM: Considerações sobre Tears on Tape

    A banda finlandesa HIM traz o vocalista Ville Vallo como frontman – e este exerce uma interessante atração e empatia sob muitos integrantes da cena Vamp, principalmente do público feminino que o consídera um belo vampiro e digno de ser coadjuvante de muitos seríados contemporâneos.Quando eu discoteva HIM no meio da primeira década do século XXI, constatava que suas músicas exerciam considerável influência no público e casavam bem com as da banda The 69 Eyes _(que merece um artigo só deles por aqui também!)_ e ainda dos brasileiros da Sunseth Midnight _(Uma banda fantástica que da mesma forma repentina como despontou no cenário nacional, infelizmente desapareceu)_ Havendo uma memorável sintonia com o “Ethos Vamp” e certeza de bons momentos e de bom som, para quem curte um rock com pegada mais “dark” ou “Vamp” como diríam alguns.Recentemente o HIM lançou o “Tears on Tape”, e a leitora do REDE VAMP Lívia Tepes Mikhaelis, que mantêm um blog chamado [Vampire Hearth](http://lihvampireheart.blogspot.com.br/2013/08/consideracoes-sobre-tears-on-tape-o.html) – teceu boas observações sobre o novo álbum da turma de Ville Vallo – e compartilho o artigo com vocês _(tendo a expressa autorização da sua autora)_

    O HIM passou um bom período sumido da mídia depois do lançamento de Screamworks: Love in Theory and Practice, o sétimo álbum do HIM que foi lançado pela gravadora Sire/Warner, que também lançou os 3 álbuns anteriores a esse… Fato é que Screamworks era até então o único álbum que tinha uma sonoridade diferente dos álbuns anteriores. Ville dizia que isso se devia a uma nova fase que ele estava vivendo em sua vida que refletia em sua música, mas ao mesmo tempo rumores diziam que essa mudança toda foi um pedido da gravadora. Depois desse álbum, o HIM se desligou da gravadora. Ville sumiu e quando voltou aparecer prometeu um novo cd, que parecia que nunca ia ser lançado… Mas foi!

    Esse álbum é o “Tears On Tape” o oitavo cd da banda, a principio ia ser lançado por um selo independente e Ville prometia que as musicas iam ter aquele caráter sombrio e melancólico semelhante os primeiros cds da banda que conquistaram seus fãs. Eu particularmente fiquei animada com a noticia porque eu já não tinha gostado muito do Screamworks e esperava que essa fase acabasse…

    Mas no meio do caminho o HIM assinou com a gravadora norte americana Razor & Tie e em abril quando “Tears on Tape” foi lançado, fiquei pasma!!! Parecia tudo, menos o HIM…Esse oitavo cd da banda tem uma pegada mais hard, que foge do que conhecemos do HIM. Ouvi, ouvi… E refleti muito sobre isso e só agora resolvi dar minha opinião.Na minha humilde opinião é o pior álbum da banda! sou Fã do HIM, amo a banda e estou decepcionada com esse cd e pelo fato de Ville Valo ter dito uma coisa e ter feito outra. O que nós leva a pensar que mais uma vez tudo foi mudado a pedido ou imposição da gravadora.

    Eu conheço muitos fãs do HIM que acompanham a banda desde do inicio como eu, e as opiniões foram unânimes, ou seja os fãs do HIM não gostaram desse cd.O que refletiu no Heartagram’s Party festa que acontece todo ano em são Paulo para os fãs do HIM. (Esse ano por motivos pessoais eu não compareci), mas meus amigos que foram disseram que não tinha muitos fãs do HIM, o público era diverso que em sua maioria nem sabia do que se tratava o evento… talves isso se deva por ter sido feito em uma grande casa de eventos que já tem seu público independente de qualquer coisa ou por realmente os fãs do HIM estarem decepcionados.

    Depois do lançamento desse cd começou a turnê americana de divulgação desse álbum, mas a turnê foi cancelada por problemas de saúde de Ville Valo. Depois disso poucas noticias foram divulgadas na mídia sobre eles.Eu espero que Ville se recupere e que o HIM venha finalmente tocar no Brasil, porque o HIM tem musicas maravilhosas independente desse ultimo cd.Espero também que Ville Valo e toda banda caiam em si e voltem a ser o HIM que os verdadeiros fãs conhecem.Continuo torcendo muito para que essa fase “Tears on Tape” acabe!!!

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  • VOX VAMPYRICA: Lord A:. entrevista Fabio Hattock diretamente de Londres, falam sobre a cena vamp da Inglaterra e o som fica por conta do Dj Clarck (Eletric Café)

    EDIÇÃO COMPLETA COM A ENTREVISTA E O DJSET

    ESCUTE AQUI NO SITE OU FAÇA O DOWNLOAD NESTE LINK

    Neste Vox Vampyrica de 4.09.2013 Lord A:. entrevista o músico e compositor Fabio Hattock (do Horse and Hathock) e juntos desvendam a fantástica Subcultura Vamp da cidade de Londres na Inglaterra.Na parte musical contamos com a participação do Dj Clarck (Eletric Café); e no Background musical durante a entrevista, temos a música do PostHuman Tantra do ciberpajé Edgar Franco!

    A transmissão é da Acidic Infektion (desde 2011). Criado pelo transmidia Lord A:.. o Vox Vampyrica começou ainda em 2006 como um podcast caseiro e pioneiro dedicado a produção cultural VAMP e ao Darkwave e vertentes, com o tempo e a crescente e fiel legião de fãs foi se profissionalizando e se tornando um programa semanal tradicionalmente transmitido nas noites de quarta no site oficial e pela webradio ACIDIC INFEKTION.

    ##### FABIO HATTOCK:

    _“Horse and Hattock in the Devil’s Name” and “Horse and Hattock, Horse and go, Horse and Pellatis, Ho Ho!” in order to fly by mounting a broomstick: “Then they would put a strae between their legs, cry — ‘Horse and hattock in the Devil’s name!’ and flee awa owre the muirs and fells.”

    _**Isabel Gowdie, 1662**

    Horse and Hattock eram palavras que integravam uma poderosa conjuração utilizada por Isabel Gowdie, uma bruxa escocesa que viveu em 1662 e foi julgada por crimes de bruxaria na sua terra.Tal história marcou o músico Fabio e o levou a adotar o “Hattock” como seu sobrenome artístico. Brasileiro, mas britânico de coração, vive há mais de uma década em Londres e integra a legendária London Vampire Society.Seu projeto Horse and Hattock não tem um gênero musical definido e ele é o único membro original, Samuele trovato cuida dos baixos esporadicamente e Christa Bell apoia com teclados e algumas letras.Suas maiores inspirações são os filmes de terror, a figura lendaria de Vlad Tepes, Dracula, e seus sonhos e pesadelos – bem como o psicodelismo gotico… Conheça sua música aqui!

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    ##### DJ CLARCK:

    DJ Clarck iniciou nas pickups em 1999 em 2003 inaugurou no ABC Paulista a casa Eletric Cafe, voltada para os estilos dark e eletrônico. Desde 2005 produz eventos e festas em SP e ABC. Clarck já apresentou seu playlist nas principais casas noturnas e projetos alternativos da noite paulista.Já foi Dj residente do Eletric Cafe, Magic Holiday, ArcadiA, After All Party, Monster Lab, DR Caligari,_Gothic Feelings, Confraria SP & Movement.E também já atuou como Dj Convidado das festas: Egophobia, Thorns Gothic Rave, Projeto Autobahn, Halloween Carcasse, RIP Salamandra, Vamp Festival, Halloween Gothznewz, Halloween Thorns, Projeto Hysteria, Dex Bar, Via Underground, DR Phibes, Projeto Limiar, Darta Jones, Revival Front 575, Festa Tunel do Tempo, Tênis Clube Santo André, Dragon Sushi Bar, Let’s Move Retrô, Festa Enter The Shadows, Espaço Offset, Dublin Music, Mono Club, Rhino Pub entre outras! Conheça mais do seu trabalho aqui!_

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  • MIDNIGHT SON, Filme com visão biológica e médica de um vampiro nos dias de hoje…

    _” Você tem que ser honesto comigo … Seu corpo está me dizendo que você está desnutrida , mas você diz que está comendo como um cavalo. Um de vocês está mentindo. “_ **Midnight Son**

    Midnight Son (Filho da Meia-noite) é a história de Jacob , um jovem confinado a uma vida de isolamento, devido a uma doença rara que o impede de ser exposto à luz solar. Seu mundo se expande quando ele conhece Mary , um bartender local, e se apaixona . Tragicamente , as ações de Jacon se tornam cada vez mais bizarras quanto ele se esforça para lidar com os efeitos da píora da sua condição.Forçado pela doença a beber sangue humano para seu sustento , ele deve controlar suas tendências cada vez mais violentas, que despertam a atenção da polícia local e o coloca sob a suspeita de uma série de terríveis assassinatos .

    Quando perguntamos ao diretor do filme sobre a diferença gritante de Midnight Son , quando comparado a filmes como Crepúsculo, Scott diz: ” Eu acredito que a maioria dos filmes de vampiros são do jeito que são , por conta do clichê romântico, afinal é o que vende e é muito difícil levar os executivos a investirem em algo novo por conta do risco financeiro.Acho que eu só queria contar uma história sobre o que acontece quando seu corpo quer algo que sua mente não quer. Qualquer pessoa cuja vida fica de cabeça para baixo , inicialmente, vê o evento como debilitante e trágico mas não é até que você atravessar a fase de negação de que a pele do seu antigo self pode ser eliminada , e ‘ daí o renascimento começa. “

    Mesmo dentro do contexto desta realidade aumentada , e o caos que rapidamente ultrapassa os limites do que a maioria pode, ou deve aceitar.O filme refere-se a uma visão mais biológica e médica do vampirismo e não algo romântico ou fantasíoso.Reduzí a mitologia do vampiro a elementos mais básais, sede de sange e destruição por luz solar para que Jacob fosse um personagem que todos pudessem se relacionar – passando mais distante do arquétipo – imaginei como seria complicado para mim viver longe do sol e com sede de sangue…tais coisas certamente criariam problemas complexos para qualquer protagonista de um bom filme.SAIBA MAIS SOBRE O FILME NO SITE OFICIAL!

    ACOMPANHE TODOS OS LANÇAMENTOS DE 2013 A 2015, CLICANDO NO BANNER ABAIXO!

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  • Bulgária acha esqueleto de ‘vampiro’ com ferro cravado no peito

    Esqueleto seria de homem que viveu entre os séculos 8 e 9.Achado similar ocorreu em 2012 na pequena cidade de Sozopol. Da Agência Efe

    Arqueólogos búlgaros anunciaram nesta terça-feira (3) a descoberta do esqueleto de um homem que viveu entre os séculos 8 e 9, com um pedaço de ferro cravado no peito para evitar que depois da morte se transformasse em “vampiro”.

    O achado foi anunciado por Nikolay Ovcharov, chefe da equipe arqueológica que trabalha para documentar um antigo complexo urbano em Perperikov, no sul da Bulgária.

    “O homem enterrado tinha entre 35 e 40 anos. Moedas de bronze encontradas entre seus dentes mostram o período em que viveu. Tinha um arado de ferro cravado na parte esquerda do tronco, entre o pescoço e o peito”, declarou Ovcharov, segundo a agência “Standart”.

    As crenças vampirísticas oriundas do paganismo foram preservadas pelos cristãos ortodoxos nos Bálcãs durante a Idade Média. Também podiam ser utilizadas estacas de madeira para atravessar o coração do morto, ou cobri-lo com brasas e atar suas extremidades para evitar sua conversão em vampiro.

    Achado similar

    Um achado similar ocorreu em junho do ano passado na pequena cidade de Sozopol, a margens do Mar Negro, quando pesquisadores encontraram um homem que tinha um ferro cravado no coração, o que provocou rebuliço no país balcânico.

    O diretor do Museu Nacional de História, Bozhidar Dimitrov, que descobriu o corpo explicou que esse rito era praticado com pessoas consideradas más ou que trabalhavam com coisas que a sociedade não entendia, por exemplo, pesquisas científicas ou médicas.Acreditava-se então que, após morrer, “essas pessoas se transformavam em vampiros, torturavam e atormentavam os vivos e bebiam seu sangue durante a noite”, explicou Dimitrov.Vários medievalistas búlgaros também consideram que na aquela época a superstição levava a pensar que as pessoas com anomalias físicas eram vampiras.(FONTE)

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    Vários medievalistas búlgaros também consideram que na aquela época a superstição levava a pensar que as pessoas com anomalias físicas eram vampiras.Certamente leitores e leitoras mais aptos daqui do Rede Vamp e de outras das nossas publicações lembram-se que apontamos tal fato há anos.

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  • O Morcego no Folclore Oriental (de Shirlei Massapust)

    Que tipo de efeito placebo é produzido no corpo e na mente de pessoas que acreditam estar consumindo diabos? Certa vez Cao Zhi, um notório poeta chinês da época dos três reinos (220-280), escreveu um poema intitulado _Sobre os Morcegos_ , onde fantasia que “o morcego nasceu dum espírito maligno, enxotado pelos [outros] mamíferos e rejeitado pelas aves”. Em época posterior foram escritos livros de medicina tradicional cujos autores afirmam que os morcegos são capazes de viver mil anos e, quando chegam nesta idade, embranquecem até ficar da cor da neve. Se um médico capturasse um morcego albino e desidratasse o animal, poderia produzir um elixir (dissolvendo morcego em pó na água) capaz de aumentar a vida dum paciente em dez mil anos!

    Claro que ninguém jamais achou o mítico morcego mágico, mas na medicina popular chinesa também existem receitas de remédios produzidos com morcegos comuns que servem para tratar crianças da tremedeira causada pelo medo… No taoísmo Fú (?), o deus da fortuna, anda sempre junto com Lù (?), deus da prosperidade, e Shòu (?), deus da longevidade. Fú (?) não é um deus morcego, mas talvez seja uma mera questão de tempo até que ele se torne um, tamanha é a freqüência com que os orientais e entusiastas da cultura oriental substituem o ideograma Fú (?), que significa “fortuna”, por Fu (?), abreviação de bianfu (??), que significa “morcego”, ou pelo desenho de um morcego nos popularíssimos amuletos de boa sorte. Por que isso? Pode ser coincidência. Ou talvez o costume derive de implicações políticas e econômicas.

    Grandes colônias de morcegos favorecem a agricultura porque todo morcego tem no intestino três bactérias que lhes permitem digerir o que come. Graças a estas bactérias o ser humano consegue usar o guano (excrementos) dos morcegos para induzir a fermentação de resíduos orgânicos que formam um adubo muito bom em apenas sete dias, sem exalar gás metano. O nitrato de potássio formado naturalmente pela decomposição do guano de milhares morcegos aglomerados nas cavernas do Laos e da China era a matéria prima usada em maior quantidade (entre 72% e 78% da mistura) na produção da pólvora usada pelos soldados chineses e samurais japoneses para carregar armas de fogo, produzir fogos de artifício, etc. Quanto mais nitrato de potássio, mais potente era a explosão. Misturada com enxofre e carbono, a pasta de guano era seca e solidificada, passando à forma de um pó [1].

    O Japão dependia da importação do nitrato de potássio da China devido à falta de recursos naturais adequados para a produção nacional. (Ou seja, não tinha morcegos em quantidade suficiente). Portanto os quirópteros geravam lucro para os chineses exportadores de guano no sentido literal do termo… Se for esta a razão da associação entre o morcego e a fortuna, então o morcego chinês pode ter se tornado um totem da guerra.

    Na segunda metade do século XX, no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro, havia médiuns que usavam pólvora quando incorporados, para produzir fumaça em rituais e festas de Exu. (Isto é vendido em lojas de Umbanda). Por que isso? Todo mundo já viu cenas fictícias, no cinema ou na TV, onde falsos vampiros se transformam em ectoplasma cenográfico (uma grossa fumaça branca produzida pela imersão de gelo seco em água quente) e falsos ninjas desaparecem numa nuvem de fumaça artificial depois de jogar cápsulas no chão. (A pólvora do ninja falso era verdadeira). Fora de contexto o efeito era o mesmo: Alguém sumindo de vista ao ser encoberto pela fumaça.

    Morcego Vampiro: Origami de Dao Cuong Quyet.

    (Foto © 24/09/2009, Carlos?? e Flickr)

    Atualmente quando os japoneses importam arte européia ou norte-americana citando o Grim Reaper inglês, ou outras representações do anjo da morte, os tradutores utilizam o termo shinigami (??) que é uma espécie de deus da morte nipônico. O caso do vampiro é mais complicado. O genuíno folclore oriental que gira em torno da figura dos morcegos tem pouca ou nenhuma relação com o vampiro europeu. Nas mais antigas fontes japonesas o morto redivivo se chama kyonsh? (?????), uma transliteração imperfeita do chinês jiangshi (??) que significa _rigor mortis_. Este morto vivo importado da China não muda de forma, não vira morcego e é extremamente parecido com o _draug_ do folclore viking. Por outro lado, difere muito do vet?la hindu.

    Por causa dos poderes do Conde Drácula e seus imitadores, os estúdios nipônicos preferem não chamar o vampiro estrangeiro de kyonsh? (?????), mas sim de _kyuketsu_ (??) que significa sanguessuga. O novo _kyuketsu_ pode evoluir de morcego [2] para a forma de imperador (my?-? ??) e depois para deus (?). A garotada ocidental pensa que o personagem é um diabo ou deus maligno, mas no xintoísmo bem e mal são pontos de vista e o Drácula estilizado em certos desenhos realmente se torna um deus. O mais curioso é que um humano (ningen ??) pode vencer o anjo (tenshi ??) ou o deus (?), assim como o anjo vence o deus, mesmo que seja o Lúcifer [3] de _Digimon IV_ ou o Raziel da saga coreana _Soul Reaver_. Tudo depende do lado da contenda que o religioso ou jogador de videogame defenderá durante o culto ou o jogo.

    Sobre o caráter dúbio do morcego no Japão

    A coletânea _Homem, Mito e Magia_ , compilou uma curiosa parábola: “Os chineses, preferindo uma posição mais amena em relação ao morcego, afirmam que ele voa com a cabeça baixa, por causa do pese do seu cérebro”. [4] Jean Chevalier e Alain Gheerbrant três outros livros da década de 50 sobre as crenças dos chineses e vietnamitas, produzindo um resumo mais completo:

    A _fortificação do cérebro_ , praticada pelos taoístas e representada pela hipertrofia craniana, é uma imitação do morcego: Acredita-se que ele a pratique, razão pela qual o peso de seu cérebro o obriga a ficar pendurado… Com a cabeça para baixo. Não há nada de surpreendente no fato de que constitua, ele próprio, um alimento propiciador da imortalidade. Além do mais, as _fortificações_ às quais ele está associado e a obtenção consecutiva da longevidade estão, muitas vezes, ligadas a práticas eróticas: O morcego é usado na preparação de drogas afrodisíacas, virtude reconhecida por Plínio, embora ele a atribuísse ao sangue do animal. [5]

    Na China o morcego simboliza uma vida longa e cheia de êxitos [6]. Então “nas gravuras chinesas, encontra-se muitas vezes um cervo perto de um morcego. Ele está figurado na vestimenta do gênio da Felicidade. Cinco morcegos, dispostos em quincunce, representam as Cinco Felicidades (wou fou): Riqueza, longevidade, tranqüilidade, culto da virtude (ou saúde), boa morte”. [7]

    No Taoísmo a luz e as trevas foram criadas na forma de dois morcegos pelos imortais Zhong Gui (??) e Zhang Guolao (???) [8]. Por isso Zhong Gui é guiado por um morcego quando representado na decoração dos festivais do barco do dragão e do ano novo chinês. Em mandarim hóng (?) é a cor vermelha, mas também um adjetivo para alguém estimado ou patrocinado por outrem. Lanternas vermelhas estampadas com a palavra fortuna (Fú?) também são usadas nos festivais. Assim como a fortuna (Fú?) foi relacionada com o morcego (bianfu ??), trocadilhos sobre a pronúncia da cor vermelha (hóng ?), homófona da grandeza (hóng ?), fizeram com que a lanterna de papel fosse às vezes feita na forma de um morcego vermelho.

    Samurais: 1) Ilustração de Yoshitoshi. 2) Ilustração de Utagawa Kunisada pintada na coletânea Concurso de Cenas Mágicas de Toyokuni (1863).

    Uma lanterna apagada [9] de um samurai feiticeiro infrator apareceu em maio de 1863, na coletânea _Concurso de Cenas Mágicas de Toyokuni_ (???????). A cena foi pintada pelo célebre artista Utagawa Kunisada (1786-1865), autorizado pelo imperador a conjugar duas coisas que eles não gostavam: Um morcego e um ronin (samurai sem amo). O modelo Arashi Kichisaburo III posou interpretando o infrator Akatsuki Hoshigoro, filho de Nitta Yoshisada. É claramente perceptível que o tamanho da teia de aranha e das flores ao fundo é desproporcional em relação ao homem e proporcional em relação ao morcego. Logo, esta ilustração exibe um morcego de tamanho normal montado por um homem diminuto. Seja por artifício mágico ou licença poética, o homem que perdeu sua honra e dignidade encolheu a si mesmo e apagou sua própria lanterna para não ser descoberto em atividades escusas na calada da noite.

    Embora o Xintoísmo tivesse problemas de interação com o Budismo e vice versa, o bom morcego sobrevoa o confuso sincretismo religioso ostentado pelos samurais (que precisavam ser ao mesmo tempo xintoístas, budistas, taoístas, etc.) porque a eficácia das armas dependia duma política de reações publicas adequada com a China. A figura do morcego e a habilidade do samurai se confundiram novamente numa ilustração cômica de Yoshitoshi (1839-1892) onde um quiróptero esgrimista foi derrotado por outro da mesma espécie, portador de guarda-chuva [10] que, aliás, lembra muito o morcego Yasu, personagem narrador do desenho _Don Drácula_(1982). O processo de inversão valorativa do totem chinês no Japão – trabalhado pela oposição política – era inevitável, pois ninguém gosta de pagar impostos, especialmente quando a verba auferida é gasta na importação de suprimentos militares. Os artistas já desenhavam entes mitológicos com características animalescas porque estavam acostumados com o trato dos bichos nas fazendas, pesca e caça. Portanto foi fácil dar asas de morcego ao y?kai (??) e outras criaturas relacionadas à morte, ao medo e fantasmagorias.

    1) Escultura “Mulher Morcego” (???????) de Akemi Kai. (Foto e arte © 1995, Akemi Kai). 2) Fotografia de Ryo Yoshida duma escultura de Katan Amano, no livro Katan Doll (2007).

    O totem da fortuna

    Considerando os preços de vários bonecos de venda bem sucedida, parece que os morcegos e vampiros realmente trazem sorte e fortuna para certas micro-empresas da Coréia do Sul. De acordo com os registros, o grupo Soom [11] produziu uma mulher morcego, de nome Migma, por bizarros U$ 1897,00. Ela vendeu tanto que o prazo para pedidos teve de ser limitado em poucos dias! O mesmo aconteceu com Monzo, vendido por U$ 1324,00 (na cor cinza) ou polido por U$ 1344,00 (na cor branca) e com um par menor: O menino morcego chamado Grit custou U$ 689,00 e Syen, a menina da mesma espécie, era U$ 658, já polida, pintada e vestidas. A Bianca da Iple House teve o mesmo sucesso, custando de U$ 1367,00 a U$ 1404,00, dependendo da cor… A Soul Doll [12] lançou um gárgula humanóide por U$ 1060,00 cuja cabeça era escolhida entre dois modelos: Kyle ou Amon.

    A propaganda representa uma variante da Carta XII do tarô de Marselha, que tradicionalmente contém o desenho dum homem enforcado pelo pé de cabeça para baixo. O artista coreano achou que a posição do humano na carta européia lembra a de um morcego pousado num galho. Então idealizou “O Enforcado” como um homem morcego. Uma gargantilha do tipo coleira no pescoço representa a forca. Quem já leu qualquer uma das versões dos _Vinte e Cinco Contos do Vampiro_ (tibetano _Baital Pachise_ ou hindu _Vetala Panchavimshati_) certamente se lembrou do jovem oleiro condenado à morte por causa da denúncia caluniosa do vilão da estória, que foi enforcado numa árvore si?sapa e se transformou em vampiro para vingar a própria morte e salvar o rei. Porém isso não explica as duas versões do enforcado. Será que Kyle ama Amon e ambos foram injustiçados pela injúria da homofobia?

    Kyle (Foto oficial © 2010, Soul Doll) e Monzo (Foto oficial © 2010, Soom).

    Por mais absurdo que pareça a hipótese de haver criticas teológicas e sociais em propagandas de brinquedos de luxo, é notoriamente perceptível que quem escreveu o anúncio da Migma contém uma adaptação critica do quinto item do _Alfabeto de Ben Sira_[13] e não era só isso que o artesão conhecia sobre a tradição medieval. O artista coreano teve a sensibilidade de