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  • The Elder Scrolls V: Skyrim

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    Em Skyrim você se encontra num mundo medieval cheio de bárbaros, dragões, masmorras e muita magia. O sistema do jogo possui uma linha muito aberta com varias quests que você pode fazer de forma extra para explorar a campanha.E no meio de todas essas explorações você pode sofrer mutações sendo contagiado por doenças, uma delas é a Hemophilia Porfírica mas conhecida como vampirismo.

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    A doença pode ser curada nos três primeiros dias do contagio após isso se torna permanente. Com um processo lento você nota as mudanças em seu personagem conforme o passar das quatro fases de mutação entre as caracteristicas está a mudança da cor dos olhos e da cor da pele a aquisição de habilidades como “Vampire’s Sight”, “Vampiric Drain”, “Vampire’s Servant” e “Vampire’s Seduction” o aumento da resistência a gelo e como desvantagens a perca da resistencia a fogo e a diminuição da magia, saúde e resistência quando exposto à luz solar.

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    Fora o vampirismo você ainda tem a possibilidade de adquirir a Licantropia se tornando um lobisomem.

    Muitas outras possibilidades o aguardam no mundo de The Elder Scrolls V: Skyrim. Pronto para começar?

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    Segue um video demonstrando os vampiros de Skyrim:Vampire Skyrim

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    O último Jiangshi chegando nos festivais de cinema

    Recentemente nosso amigo Marco Seschi, frequentador e participante da Rede Vampyrica e do Círculo Strigoi reparou neste filme que estará…

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    Mito, Delírio e Violência Organizada

    Ao longo de mais de 30 anos circulando por cenas alternativas, góticas, noturnas, pagãs, ocultas e simbólicas, uma coisa se…

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    Entre Livros e Salões: Os ecos de Carmilla em uma Noite de Gala Sombria

    O relato que compartilhamos vem do estimado Dylan Pegoretti, frequentador da nossa atmosfera de eventos e colaborador da Rede Vamp…

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    O Vampiro no Sul da Noite: Brasil e Portugal

    “Um convite àquilo que sempre esteve à margem”Antes de virar personagem, fantasia ou palavra, o vampiro foi sensação. Um desconforto….

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  • E o Darkshadows de Tim Burton vêm por aí…

    Pelo visto toda família tem lá seus demônios…Há tempos que nossa redatora Moonshadow vêm anunciando por aqui a versão de Tim Burton para o seriado vampiresco e bruxesco sessentista DarkShadows.No elenco teremos John Depp impagável como sempre no papel de um vampiro!

    Em Dark Shadows, novelão sobrenatural que o canal ABC exibiu nos EUA entre 1966 e 1971, acompanhamos a rotina da estranha família Collins, mudada quando Barnabas é despertado do seu caixão na cripta familiar. Mal suspeitam os Collins que Barnabas é um dos seus antepassados mais distantes, um vampiro de 175 anos que acorda sedento por sangue e morto de saudades do seu antigo amor, Josette.

    No filme, ambientado em 1972, Johnny Depp interpreta Barnabas adulto e Thomas McDonell faz o personagem jovem, enquanto Michelle Pfeiffer vive a matriarca dos Collins, Elizabeth. Jackie Earle Haley, Bella Heathcote, Eva Green, Helena Bonham Carter, Jonny Lee Miller, Chloe Moretz e o novato Gulliver McGrath também estão no elenco.

    fonte:[Site Omelete](http://omelete.uol.com.br/dark-shadows/cinema/dark-shadows-filme-de-vampiro-de-tim-burton-tem-fotos-do-set/)

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    O último Jiangshi chegando nos festivais de cinema

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  • Eu, vampiro.

    Eu, vampiro.

    A serie que me traz hoje aqui é a hq Eu, vampiro lançada originalmente no título “Casa dos Mistérios” nos anos 80, o titulo fala do relacionamento de Andrew e Mary, a rainha do sangue, que possuem uma relação de amor e guerra. Tudo começa quando Mary decide declarar guerra ao gado (Humanidade) e Andrew decide impedi la.

    Os vampiros dessa serie tem habilidades de transformação em animais e não morrem a luz do sol, alguns deles lembram muito aos antigos Gouls puxando para uma aparência a lá zumbis.

    Essa HQ está recheada de sangue e pilhas de corpos, ambientada no universo tradicional da DC podemos esperar a aparição de vários personagens conhecidos.

    Vale a pena conferir essa nova versão e ver o que o escritor Joshua Hale e os desenhistas Andrea Sorrentino e Jenny Frison reservam para nós.

    Doce Tarde!

    Eu, vampiro.

    Aqui estou novamente agora para falar com os fãs de HQ. Para quem não sabe a DC está dando reboot em muitas de suas historias.A serie que me traz hoje aqui é a hq Eu, vampiro lançada originalmente no título “Casa dos Mistérios” nos anos 80, o titulo fala do relacionamento de Andrew e Mary, a rainha do sangue, que possuem uma relação de amor e guerra. Tudo começa quando Mary decide declarar guerra ao gado (Humanidade) e Andrew decide impedi la.Os vampiros dessa serie tem habilidades de transformação em animais e não morrem a luz do sol, alguns deles lembram muito aos antigos Gouls puxando para uma aparência a lá zumbis. Essa HQ está recheada de sangue e pilhas de corpos, ambientada no universo tradicional da DC podemos esperar a aparição de vários personagens conhecidos. Vale a pena conferir essa nova versão e ver o que o escritor Joshua Hale e os desenhistas Andrea Sorrentino e Jenny Frison reservam para nós.

    Doce Tarde!

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    O último Jiangshi chegando nos festivais de cinema

    Recentemente nosso amigo Marco Seschi, frequentador e participante da Rede Vampyrica e do Círculo Strigoi reparou neste filme que estará…

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    Mito, Delírio e Violência Organizada

    Ao longo de mais de 30 anos circulando por cenas alternativas, góticas, noturnas, pagãs, ocultas e simbólicas, uma coisa se…

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    Entre Livros e Salões: Os ecos de Carmilla em uma Noite de Gala Sombria

    O relato que compartilhamos vem do estimado Dylan Pegoretti, frequentador da nossa atmosfera de eventos e colaborador da Rede Vamp…

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    O Vampiro no Sul da Noite: Brasil e Portugal

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  • Dance in the Vampire Bund

    Vamos falar hoje sobre Dance in the Vampire Bund uma animação japonesa com um doce toque vampírico.

    O anime de Horror e ao mesmo tempo romance conta a historia de Mina Tepes a princesa e governante vampira.

    No primeiro episodio temos a discussão tipica de programa de tv sobre a existência ou não dos vampiros. A discussão abrange o caso de ataques misteriosos e sanguinolentos. Nesse episodio Mina Revela ao mundo a existência dos vampiros causando choque e duvidas.

    Com uma vasta fortuna e influencia ela deseja criar um “Bund” um distrito apenas para vampiros onde eles teriam um refugio dentro do território Japonês.

    Fora desse foco o anime trabalha o relacionamento de Mina e o jovem Akira, cuja as memorias estão embaralhadas, ele não consegue ter uma visão da real personalidade de sua princesa nem de suas intenções.

    Analisando de forma critica o anime traz um mundo em conflito em que humanos e facções inimigas tentam impedir e matar Mina,cuja personalidade demostra fragilidade ao mesmo tempo em que beira a crueldade, trabalha de forma diferenciada os clãs vampíricos e seus status.

    Com trilha sonora empolgante, efeitos e traços de muito bom gosto com certeza para os fãs de animação é uma boa pedida!

    A serie conta também com o manga escrito e ilustrado por Nozomu Tamaki porém esse ainda não foi publicado no brasil então só on line.

    Fica aqui mais uma dica que marca meu retorno a esse mundo doce e sombrio.

    Até a próxima semana!

    Doce Noite!

    Vamos falar hoje sobre Dance in the Vampire Bund uma animação japonesa com um doce toque vampírico.O anime de Horror e ao mesmo tempo romance conta a historia de Mina Tepes a princesa e governante vampira. No primeiro episodio temos a discussão tipica de programa de tv sobre a existência ou não dos vampiros. A discussão abrange o caso de ataques misteriosos e sanguinolentos. Nesse episodio Mina Revela ao mundo a existência dos vampiros causando choque e duvidas. Com uma vasta fortuna e influencia ela deseja criar um “Bund” um distrito apenas para vampiros onde eles teriam um refugio dentro do território Japonês.Fora desse foco o anime trabalha o relacionamento de Mina e o jovem Akira, cuja as memorias estão embaralhadas, ele não consegue ter uma visão da real personalidade de sua princesa nem de suas intenções.Analisando de forma critica o anime traz um mundo em conflito em que humanos e facções inimigas tentam impedir e matar Mina,cuja personalidade demostra fragilidade ao mesmo tempo em que beira a crueldade, trabalha de forma diferenciada os clãs vampíricos e seus status.Com trilha sonora empolgante, efeitos e traços de muito bom gosto com certeza para os fãs de animação é uma boa pedida! A serie conta também com o manga escrito e ilustrado por Nozomu Tamaki porém esse ainda não foi publicado no brasil então só on line. Fica aqui mais uma dica que marca meu retorno a esse mundo doce e sombrio.Até a próxima semana!

    Doce Noite!

    OP – Dance in the Vampire Bund

    http://www.youtube.com/watch?v=Uc22yJXZ5Vc

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  • Camisetas Vamps

    Atendendo a pedidos dos ouvintes e leitores da RedeVamp estamos oferecendo camisetas que trazem os símbolos, imagens e outros escudos dos nossos projetos, encontros e demais símbolos que habitam o “ethos” e o imaginário de nossa Subcultura Vamp – tanto fashionista quanto da cosmovisão.

    E o mais legal, o lucro das vendas são destinados a criação e manutenção de eventos e projetos da Rede Vamp.Logo, ao adquirir cada uma delas você contribue para que hajam mais e mais eventos e projetos focalizados de Vamps para Vamps.

    ](http://emporiumvamp.lojaintegrada.com.br/)

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  • E o novo Madame Satã está chegando…

    E o novo Madame Satã está chegando…

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    Vinte e nove de fevereiro é a noite que marca o retorno do Madame Satã, no mesmo endereço e no mesmo casarão em versão “revamped”.O melhor de sua primeira geração com a moderna tecnologia de hoje e a qualidade comprovada da equipe do DjClub

    Neste video meu amigo e personal hairstylist Marcelo Vilela conta suas vivências e histórias dos tempos do Madame Satã – sua tradição cultural, respeito a diversidade – e ainda neste vídeo podemos acompanhar as reformas apresentadas pelo DjGé Rodrigues! E ainda recordam o saudoso drink “Veneno”!Assistam o video e divirtam-se!!!

    Em breve mais detalhes…

    Galeria Visual


    [⚖️ AVISO LEGAL – DMCA & FAIR USE]:
    Este texto foi gerado inteiramente pelo Soul Retrieval Engine (IA Generativa) atuando sob o arquétipo emulado de Necropole de Silicio. Trata-se de um pastiche/paródia estilística criado para fins educacionais e críticos sobre o impacto da tecnologia na cultura gótica contemporânea. Esta obra sintética não possui qualquer afiliação, endosso ou ligação com o(a) autor(a) original, seus herdeiros ou detentores de direitos. Nenhum personagem, enredo ou local protegido por direitos autorais foi reproduzido nesta emulação.
  • E o novo Madame Satã está chegando…

    Vinte e nove de fevereiro é a noite que marca o retorno do Madame Satã, no mesmo endereço e no mesmo casarão em versão “revamped”.O melhor de sua primeira geração com a moderna tecnologia de hoje e a qualidade comprovada da equipe do DjClub

    Neste video meu amigo e personal hairstylist Marcelo Vilela conta suas vivências e histórias dos tempos do Madame Satã – sua tradição cultural, respeito a diversidade – e ainda neste vídeo podemos acompanhar as reformas apresentadas pelo DjGé Rodrigues! E ainda recordam o saudoso drink “Veneno”!Assistam o video e divirtam-se!!!

    Em breve mais detalhes…

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  • Um Livro Maldito entre os Malditos [por Shirlei Massapust]

    Em 1971, Jacques Bergier publicou “Lês Livres Maudits”, onde disserta sobre os prós e contras da censura e destruição de certos livros ao longo dos séculos. Depois de aceitar a hipótese de que o tarô resume um papiro egípcio e que Madame Blavatsky traduziu um livro extraterrestre, ele estranhamente nega a antiguidade de I Enoch:

    Não existe o Livro de Enoch contemporâneo à Bíblia, como certos ingênuos crêem. Não há razões sérias para se crer que os dois livros de Enoch datem dos gnósticos. Mesmo em estado de manuscrito, não aparecem antes do século XVIII.[1]

    Em verdade as cópias aramaicas dos cinco livros de Enoch existentes hoje só não são contemporâneas da mais antiga cópia de uma Bíblia completa porque eles são mil anos mais antigos (datação comprovada por teste de C-14). O enxerto resumido no capítulo sexto do hebraico moderno foi datado por análise filológica na segunda Idade do Ferro. Então ele é, de fato, insofismavelmente, mais antigo formal e materialmente.

    Tenho certeza que Jacques Bergier estava a par deste fato, pois a tradução francesa dos fragmentos de 4QHenocc havia sido publicada em 1958, pelo brilhante historiador e arqueólogo J. T. Milik, sob o título Hénoch au pays dês aromates (ch. xxvii à xxxii).

    Isso significa que, em 1971, o jornalista e ufólogo Jaques Bergier tinha obrigação de conhecer a antiguidade destes livros apócrifos. Então, por que o famoso editor negou a existência de I Enoch? Será que ele se decepcionou com o conteúdo tanto quanto o de certo papiro egípcio que anuncia “o conhecimento de todos os segredos do céu e da terra”, mas “não descreve mais que a resolução de equações do primeiro grau”?[2] Ora, isto seria uma atitude imprudente e infantil… I Enoch não ensina a construir astronaves, mas talvez Bergier tenha encontrado alguma coisa preocupante. A melhor forma de impedir que um texto “perigoso” não venha a público é não editá-lo.

    Bergier afirma que ele hesitaria antes de publicar uma tradução das alegorias do tarô original “com provas e fotografia”.[3] Porém ele não era o único editor da face da Terra apto a divulgar os fragmentos de Enoch. Quando um texto já está difundido o trabalho do censor fica mais complicado. Falando sobre a tentativa de Willian Romaine Newbold de decifrar um manuscrito cifrado, Bergier alegou que a decifração deveria ser seguida de “uma censura séria” antes de sua publicação:

    Se realmente o manuscrito Voynich contém os segredos das novas e dos quasars, seria preferível que ficasse indecifrável, pois uma fonte de energia superior à da bomba de hidrogênio e suficientemente simples de manejar para que um homem do século XIII possa compreendê-la, constituiria exatamente um tipo de segredo que nossa civilização não tem necessidade de conhecer… Senão, nosso planeta desapareceria bem mais depressa na chama breve e brilhante de uma supernova.[4]

    De acordo com Bergier, foi por pouco que o perigo supostamente contido no manuscrito não veio à tona. “Neste caso, perguntar-se-á, por que o manuscrito de Voynich não foi destruído? A meu ver, percebeu-se muito tarde sua existência, por volta de 1920, e então já circulava tal número de fotografias do texto que seria impossível destruí-las todas”.[5] Mas eis que surge uma missão realmente impossível… O que se pode fazer com um livro não cifrado que já era amplamente divulgado séculos antes do censor nascer? Por toda parte pessoas traduzem, reeditam e divulgam o Livro de Enoch continuamente. A única coisa que um censor pode fazer contra ele é negar sua autenticidade.

    Se o caso não foi de simples negligência ou desprezo, o que Jacques Bergier poderia ter visto de tão perigoso no Livro de Enoch para censurá-lo justamente na sua crítica à censura? E quem ousará fazê-lo de novo?

    Notas:

    _[1] BERGIER, Jacques. Os Livros Malditos. Trd. Rachel de Andrade. São Paulo, Hemus, p 100._

    _[2] BERGIER, Jacques. Op cit., p 24._

    _[3] BERGIER, Jacques. Op cit., p 24._

    _[4] BERGIER, Jacques. Op cit., p 83-84._

    _[5] BERGIER, Jacques. Op cit., p 82._

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  • Magni Animi Viri – HEROES TEMPORIS

    _Magni Animi Viri_ , nome que pode ser traduzido para, aproximadamente, “Grandes Homens Pensantes” tem um objetivo muito bem definido: criar e realizar um “Rock Opera” reconhecido pelos maiores especialista no assunto. Ops… Eles conseguiram!

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    Com uma longa trajetória musical, os experientes Maestro Giancarlo Trotta e o músico Luca Contegiacomo tiveram formação clássica e larga experiência em rock progressivo, respectivamente. Se propuseram a misturar dois gêneros distintos (a opera clássica e o rock metal), mas em algo diferente do já tão explorado “Rock Sinfônico”.

    O desafio era obter um som envolvente e marcante, com o uso de instrumentos clássicos, tenores e corais, misturando tudo num caldeirão de rock metal. Isso sem deixar de lado o DNA de ópera tradicional.Na ópera, o drama é apresentado utilizando os elementos típicos do teatro, tais como cenografia, vestuários e atuação. No entanto, a letra da ópera (conhecida como libreto) é cantada em lugar de ser falada. Os cantores são acompanhados por um grupo musical, que em algumas óperas pode ser uma orquestra sinfônica completa.

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    Os cantores e seus personagens são classificados de acordo com seus timbres vocais. Os cantores masculinos classificam-se em baixo, baixo-barítono (ou baixo-cantor), barítono, tenor e contratenor. As cantoras femininas classificam-se em contralto, mezzo-soprano e soprano. Cada uma destas classificações tem subdivisões, como por exemplo: um barítono pode ser um barítono lírico, um barítono de caráter ou um barítono bufo, os quais associam a voz do cantor com os personagens mais apropriados para a qualidade e o timbre de sua voz.

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    Agora transporte isso para o Metal, com letras contemporâneas e cantada por vários tenores, e ainda por cima em italiano e latim. Imagine isso e terá uma ideia do trabalho dessa banda, que já contou com participações especiais de músicos como Marco Sfogli (nada menos que o guitarrista de Michael Jackson e Van Halen), Randy Coven (baixista internacional reconhecido), e John Macaluso (baterista de ARK, TNT e Yngwie Malmsteen).

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    A curiosidade dessa banda é que os idealizadores do projeto vêem essa Ópera-Rock como uma sequela de Drácula. As músicas contam a jornada individual de um homem (as composições sugerem um vampiro), em um tempo e espaço indeterminados, em busca de conhecimento e “purificação” e das personagens que ele encontra ao longo dessa “viagem”. Cada parada que ele faz (uma para cada trilha do disco), representa uma oportunidade de mudança de vida e a consequente decisão decorrente do como cada uma das personagens o afeta.

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    _Minha opinião: Sim, o Metal está lá, mas a predominância da Ópera se faz presente. A sensação é épica e poderia facilmente ser a trilha sonora de algum filme de aventura medieval, daqueles que envolvem dragões e cavaleiros valentes como por exemplo o “DragonHeart”, com Dennis Quaid. Ora intenso, ora dramático e ora épico, fizeram um excelente trabalho. Muito bom mesmo, mas nem tão original assim. Me fez lembrar bastante o primeiro disco do duplo “Miskolc Experience”, do Therion, que é exatamente uma pegada mais metal numa configuração sinfônica. A originalidade aqui ficou pela coerência entre as faixas, formando uma história uníssona. Isso sim foi novo no rock sinfônico.

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    Sumus nos heroes temporis

    Qui virtutem habent non pro se

    Non voluntas habet terminum

    Et in nobis timor non, non est

    Et in nobis timor non est

    Fomos heróis de tempo

    Aqueles que não podem se livrar da virtude

    Não há fronteira para a vontade

    E o medo não está em nós, não está

    Não há medo em nós

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    Quer conferir? Vá até o site oficial e navegue pelos vídeos. A página ainda permite que você ouça o álbum na íntegra. Você ainda pode baixá-lo para o seu computador clicando aqui.

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  • Os Superiores Desconhecidos [Por Shirlei Massapust]

    _[O adepto teórico dirá]: Estou posicionado no oeste. Eu sou a escuridão. Meu traje é negro. Eu carrego a espada justiceira e minha bandeira é o crepúsculo._— Cipher Manuscript, folha IV.

    _Como até o momento não tivéssemos visto o corpo do nosso falecido pai, prudente e sábio, afastamos o olhar para um lado e ao erguermos a chapa de bronze, encontramos um corpo formoso e digno, em perfeito estado de conservação, tal qual uma contrafação viva do que aqui se encontra com todas as suas vestimentas._ — Fama Fraternitatis (Cassel, 1614).

    _Fantasmas sombrios apareceram ante mim: Hydras, Lamias e serpentes cercaram-me. A visão da espada em minha mão dispersou completamente a lasciva mesmo enquanto os primeiros raios da luz dissipavam os frágeis sonhos noturnos de criança._ — La Très Sainte Trinosopie, folha LII.[1]

    _A lenda (…) ensina a lei terrível que faz com que aquele que auxiliaste e instruíste se revolte contra vós e procure matar-vos, segundo a fórmula da besta humana: “O iniciado matará o iniciador”._ — Ritual do Grau de Mestre Maçon.[2]

    Edward Alexander Crowley (1875-1947) publicou o opúsculo De Arte Mágica (1914) no mesmo ano em que foi proclamado chefe da sessão britânica da Ordo Templi Orientis (O.T.O.); anos após haver sido iniciado no Templo Ahathor da Ordem Hermética da Autora Dourada (G.D.). Foi para este novo público que ele descreveu com certo exagero, na qualidade de testemunha ocular, “um método de vampirismo comumente praticado” por cinco membros da antiga ordem. Samuel Liddell Mathers (1854-1918) e sua esposa Mina Bérgson (1865-1928), irmã do filósofo Henri Bergson (1859-1941), fundaram o Templo Ísis Urânia, sediado em Londres, em 1888, e o Templo Ahathor, na França, em 1893. O médico homeopata Edmund William Berridge (1843-1923), que testemunhou contra Crowley num processo, pertencia ao templo Isis-Urania. Os outros dois espiritualistas, Theodore e Frank Dutton Jackson (Mr. e Mrs Horos) atingiram grande prestígio no Ahathor.

    It may not be altogether inappropriate to allude to a method of vampirism commonly practiced. The Vampire selects the victim, stout and vigorous as may be, and, with the magical intention of transferring all that strength to himself, exhausts the quarry by a suitable use of the body, most usually the mouth, without himself entering in any other way into the matter. And this is thought by some to partake of the nature of Black Magic. The exhaustion should be complete; if the work be skillfully executed, a few minutes should suffice to produce a state resembling, and not far removed from, coma. Experts may push this practice to the point of the death of the victim, thus not merely obtaining the physical strength, but imprisoning and enslaving the soul. This soul then serves as a familiar spirit. The practice was held to be dangerous. (It was used by the late Oscar Wilde, and by Mr. and Mrs. “Horos”; also in a modified form by S.L. Mathers and his wife, and by E.W. Berridge. The ineptitude of the three latter saved them from the fate of the three former.)

    Pode não ser totalmente inapropriado aludir a um método de vampirismo comumente praticado: O Vampiro deve selecionar uma vítima forte e vigorosa com a intenção mágica de transferir toda aquela força para si mesmo, exaurindo a presa pelo uso adequado do corpo, mais usualmente pela boca, sem que ele próprio penetre de qualquer outra forma dentro do útero.[3] Alguns pensam que esta prática partilha da natureza da Magia Negra. A exaustão pode ser completa; se o trabalho for executado com perícia, alguns minutos serão suficientes para produzir um estado semelhante, e não muito longe, do coma. Os mais experientes podem prosseguir nesta prática até o ponto da morte[4] da vítima, obtendo assim não apenas a força física, mas aprisionando e escravizando a alma. Esta alma então servirá como um espírito familiar. Esta prática é tida como perigosa. (Ela foi usada primeiro por Oscar Wide e por Mr. e Mrs. “Horos”; também em uma forma modificada por S.L. Mathers e sua esposa, e por E. W. Berridge. A inaptidão dos três últimos salvou da fatalidade os três primeiros).[5]

    Certa vez Gerard Kelly (1879-1972), cunhado de Crowley, queixou-se da má sorte de uma amiga que havia hospedado “uma vampira feiticeira que estava esculpindo uma esfinge para um dia dar vida à coisa e fazê-la obedecer seus desejos malignos”.[6] Crowley quis ver a mulher imediatamente e foi assim que ele conheceu Mina Bérgson. Ela vivia hospedada na casa de “Mrs. M” que, salvo engano, era Violet Mary Firth Evans (1890-1946). Embora Kelly tenha lhe advertido sobre as armadilhas da Senhora Mina, o “mago branco” ficou encantado com a erudição da “maga negra” e sexualmente atraído por sua beleza. A estória do confronto de Crowley com Mina foi romanceada por John Frederick Charles Fuller (1878-1966) e depois compilada pelo protagonista em sua autobiografia.[7]O que realmente ocorreu neste dia é que Crowley foi convidado a ingressar na Ordem Hermética da Aurora Dourada. Ele detestava Samuel Liddell Mathers, esposo de Mina, mas tentava fazer tudo que o outro fazia. Certa vez Haweis lhe falou sobre a viagem de Mathers ao México, onde o mestre aprendeu sobre os deuses antigos sedentos de sangue. Crowley viajou para o longínquo continente, seguindo seus passos, e voltou de lá felicíssimo, com uma pilha de livros, pronunciando discursos que só causavam tédio aos ingleses. Depois ele tentou resumir o The book of the Sacred Magick of Abra-Melin the Mage, editado por Mathers, mesmo sabendo que não existiam superiores desconhecidos, que boa parte da doutrina secreta foi importada das Américas e que a cúpula da sociedade explorava a máxima omne ignotum pro magnifico. Apesar de todos os seus esforços e malogros, Crowley jamais conseguiu obter favores sexuais da Imperatrix Mina (provavelmente ele nunca tinha ouvido um “não” de uma ‘mulher escarlate’). Finalmente, ele se vingou roubando-lhe a amiga que patrocinava suas custas, digo, libertando a mocinha em perigo da influencia da feiticeira.

    No De Arte Mágica (1914) Crowley afirma que o vampirismo não faz parte dos ritos da O.T.O. Porém Kenneth Grant (1924-2011) foi iniciado por ele na O.T.O. em 1944, salvo engano, e na Astrum Argentum em 1946. Seu livro mais famoso, “O Renascimento da Magia” (1972), contém um capítulo onde ele usa o termo “vampirismo” para descrever dois rituais da O.T.O. que envolvem ingestão de sangue humano. Um é a Missa da Fênix ou Liber XLIV, publicado primeiramente por Crowley, onde o mago “corta seu peito e absorve seu sangue oralmente” (nas palavras de Grant). O outro ritual não foi nomeado. Ele só informa que é ensinado no Soberano Santuário da O.T.O. e, neste, o mago “consome a hóstia embebida em sangue”.[8] (Deve ser o tal ‘bolo de luz’).O erudito pesquisador Colin Wilson escreveu que Crowley limou os dentes caninos, deixando-os bem pontiagudos, e quando encontrava mulheres costumava dar o “beijo da serpente”, mordendo-lhes o pulso ou a garganta com suas presas.[9] Eu sei lá de onde ele tirou essa informação, mas não deixa de ser tão interessante quando os outros casos compilados no livro de não ficção “O Oculto” (1971). Se você for procurar as obras de Colin Wilson aproveite e leia também o romance “Vampiros do Espaço” (1976).

    Declarações dos acusados

    Será que podemos confiar em Crowley? Em 1914 todos os “vampiros” supracitados eram seus inimigos pessoais, menos Oscar Wilde (1854-1900) que foi elogiado como um praticante mais competente do que os outros “em seus anos finais”! Isso é interessante porque, em 1878, aos vinte anos, Florence Balcombe (1858-1937) rompeu um noivado de três anos com Oscar Wilde para aceitar a proposta de casamento de Bram Stoker (1847-1912). Este último deixou anotações de próprio punho descrevendo pelo menos um pesadelo onde uma mulher vampiro com as características físicas de sua própria esposa lhe sugava o sangue. Foi daí que surgiu a déia de escrever o romance Drácula (1897); primeira obra impressa a sugerir que “um ramo de rosa silvestre” depositado sobre o esquife de um vampiro “o mantém preso e imobilizado”.[10] Daí a inevitabilidade do leitor rememorar a passagem da Fama Fraternitatis (1614) onde o cadáver de Christian Rosenkreuz se encontra miraculosamente preservado “em perfeito estado de conservação” selado numa tumba cofre decorada com símbolos rosa-cruzes.[11]A coincidência entre o nome de batismo de Mina Bérgson e o apelido da personagem Wilhelmina Murray Harker, vulgo Mina Harker, é um tanto curiosa. Em 1954 um informante de Louis Pauwlers e Jacques Bergier chegou a teorizar que Stoker foi um dos escritores filiados à Ordem Hermética da Aurora.[12] O autor do prefácio da edição brasileira de The Lair of the White Worm (1911) concorda com os franceses e afirma que Stoker chegou a escrever em notas particulares sobre seu encontro com “sugadores de sangue” e “vampires personalities” em Londres.[13] Mas não há provas documentadas de que ele sequer conhecesse tais pessoas.Em dado momento Samuel Liddell Mathers acrescentou o título de Conde de MacGregor ao seu nome e, em 29 de outubro de 1896, ele publicou um manifesto afirmando a existência de um terceiro nível na ordem:

    Creio, no que me concerne, que eles são humanos e que vivem nesta terra. Mas possuem espantosos poderes sobre-humanos. Quando os encontro em lugares freqüentados, nada em suas aparências ou vestimentas os separa do homem comum, salvo a sensação de saúde transcendente e de vigor físico. Em outros termos, a aparência física que deve dar, segundo a tradição, a posse do elixir da longa vida. Ao contrário, quando os encontro em lugares inacessíveis ao exterior, trajam roupas simbólicas e as insígnias de suas ordens.[14]

    Esta declaração indignou os veteranos da loja Isis-Urania e atraiu calouros para Ahathor cujas expectativas eram mais compatíveis com aquele universo de fantasia. Crowley foi enviado por Mathers para dirigir a facção londrina, em 1900, mas foi prontamente expulso de lá por Willian Butler Yeats (1865-1939). Em 1901 o casal Jackson foi condenado judicialmente por estelionato em concurso com um punhado de crimes bizarros.[15] Ainda assim Crowley e Gerald Kelly continuaram afirmando que uma renomada clarividente, de codinome Sibyl, lhes garantiu que o casal Jackson havia se transformado em dois “vampiros desencarnados” que incitavam impulsos de obsessão em seu dois conhecidos seus.[16] Mais tarde Yeats escreveu o poema Oil and Blood (1929), denunciando o paradoxo da miraculosa incorruptibilidade dos corpos de certos santos, exaltada pela mesma igreja católica que negava a existência de vampiros:

    _In tombs of gold and lapis lazuli

    Bodies of holy men and women exude

    Miraculous oil, odour of violet.

    But under heavy loads of trampled clay

    Lie bodies of the vampires full of blood;

    Their shrouds are bloody and their lips are wet.

    _

    _Em tumbas de ouro e lapis lazuli

    Corpos de santos e santas suam

    Óleo milagroso, com odor de violeta.

    Mas sob grossas camadas de barro batido

    Jazem corpos de vampiros cheios de sangue;

    Suas mortalhas são sangrentas e seus lábios estão molhados._

    Como a Ordem Hermética da Aurora Dourada frequentemente recebia palestrantes da Sociedade Teosófica e vice versa, pode ser importante conhecer o posicionamento de Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891), Henry Steel Olcott (1875-1907), Franz Hartmann (18