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  • Inkubus Sukkubus: Entrevista Exclusiva!

    [Recentemente os ingleses da Inkubus Sukkubus celebraram 25 anos de atividade e anunciaram uma tour mundial e o lançamento do novíssimo álbum “Love Poltergeist” que acabou de sair no dia 4 de Abril e já pode ser adquirido nas principais lojas.](https://redevampyrica.com/home/inkubus-sukkubus-comemora-25-anos-com-uma-tour-mundial/)

    Aproveitamos este tempinho da sua agitada agenda e dos inúmeros compromissos que envolvem o lançamento de um álbum e uma grandiosa tour, para levarmos um papo com Tony e Candia e trazermos para vocês um pouco mais da trajetória da banda, histórias de bastidores, boas memórias e desvendarmos um pouco mais sobre o misterioso

    Dizem que os Inkubus e Sukubus do cristianismo foram invenções para nomearem Faunos e Ninfas… Aliás, como foi que vocês escolheram este nome para a banda?

    Inkubus Sukkubus: Nós procurávamos algo que fosse levemente atrevido e rebelde, ficamos fascinados pela totalidade da mitologia associada aos Incubus e Succubus e como tudo isso se associava ao vampirismo e a sexualidade.

    O que podemos esperar no Love Poltergeist?Quais suas canções favoritas?

    Inkubus Sukkubus: Neste album usamos bastante a chamada escala Flamenca, o que oferece ao álbum um sabor mais exótico, embora tenhamos utilizado também a escala céltica há um pouco menos dela neste álbum do que nos anteriores. Também viemos a trabalhar muito mais o background vocal masculino em Love Poltergeist do que nos álbuns anteriores. Pensamos que assim o álbum tenha alcançado uma sonorídade maior e mais teatral.

    Na sua opinião quais são os seus albuns favoritos do I.S, aqueles que os novos ouvintes deveriam conhecer primeiro?

    Inkubus Sukkubus: Muitos dos nossos primeiros álbuns foram gravados usando uma tecnologia que não é mais utilizada atualmente, isso é muito claro no álbum Wytches, ele contêm muitas das canções que realmente marcaram o nosso começo, algumas são até anteriores a tudo isso. O álbum soa um pouco diferente daquilo que fazemos hoje, mas é um bom exemplo para as pessoas saberem de onde viemos. Outro álbum é o Vampyre Erotica que foi gravado de maneira barata em estúdio de apenas oito canais e ele contêm nossas canções mais populares – e é considerado por muitos como o nosso primeiro álbum de sucesso.

    Criticar o “igrejismo” em músicas como Church of Madness já causou problemas ou situações complicadas para a banda?

    Inkubus Sukkubus: Sim já tivemos alguns problemas, nós acreditamos em liberdade religiosa para todos, mas não a empregariamos para aqueles que usam a religião como uma desculpa para dominar e oprimir outras pessoas.

    Ainda hoje entre os pagãos há um certo temor ao se abordar a temática da “Deusa Negra”? Como vocês a sentem e a interpretam – é uma das minhas músicas favoritas.

    Inkubus Sukkubus: A Deusa Negra é o aspecto da divindade feminina que é um pouco menos popular do que a tradicional imagem da deusa-mãe pagã. Nós acreditamos que é essencial estar ciente desse “lado negro”, a fim de não só compreender a deusa, a natureza e o universo, mas também a espécie humana.

    No Brasil Wytches, Hearth of Lilith, PaganBorn são grandes hinos em nossas pistas – vocês teriam historias de bastidores ou curiosidades sobre estas músicas para nos contarem?

    Inkubus Sukkubus: Não muitas, Wytches foi originalmente escrita e gravada usando um teclado infantil e muitos outras pessoas com quem a tocamos geralmente comentavam que ela soava como algo muito “Disneylandia”. Já PaganBorn foi uma das duas canções que iniciaram a banda e foi a primeira canção que gravamos em estúdio. Hearth of Lilith veio muito tempo depois e foi somente uma daquelas que eu pude compôr a música e todas as palavras da letra. Candia escreveu as letras das outras duas e eu vim a compor as músicas.

    Nestes 25 anos encantando todos nós com sua música – como vocês observam o desenvolvimento do paganismo na Inglaterra? Conhecem algo sobre a cena Brasileira?

    Inkubus Sukkubus: Nos últimos vinte e cinco anos o Paganismo na Inglaterra deixou de ser algo pequeno, secreto e um fenômeno underground para se tornar um grandioso movimento religioso aberto e acessível a possivelmente milhões de integrantes. Infelizmente sabemos muito pouco do paganismo no Brasil.

    Desde a época do livro do Gordon Melton, no Brasil, cultivamos a visão do I.S como uma banda Bruxa, pagã e com uma música empoderada por rituais e encantos – como é o envolvimento e os laços de vocês com o paganismo contemporâneo?

    Inkubus Sukkubus: Nós integramos um coven por cerca de dois anos, isso foi há 23 anos atrás, mas sentimos que podemos alcançar e fazer muito mais pelo movimento Pagão ao seguirmos livres e assim estabelecemos nossa própria visão de paganismo.

    Há muitos “Vamps” através das letras de suas canções, quais são suas obras favoritas sobre Vamps na Cultura Pop e na literatura fantástica de todos os tempos?

    Inkubus Sukkubus: Nosso vampiro favorito é o Conde Drácula interpretado por Christopher Lee, para nós ele é o vampiro supremo!Somos muito influenciados pelos antigos filmes de horror da Hammer.

    Como anda o projeto paralelo Vampire Division?As primeiras músicas foram promissoras, tem novidades a caminho?

    Inkubus Sukkubus: Infelizmente não tenho tído tempo livre para poder me dedicar as apresentações do Vampire Division ao vivo. Ocasionalmente eu escrevo e gravo algumas canções, em breve as lançarei para download gratuíto e então começarei a gravar um novo álbum para 2015.

    Quais suas bandas favoritas, aquelas que vocês gostam de escutarem nas horas de folga?

    Inkubus Sukkubus: Costumamos escutar bastante Nosferatu, nos anos noventa pudemos nos apresentar em diversos eventos Vamps em Paris, Londres, Nova Iorque e Nova Orleans. A cena parece que ficou meio morta depois desta época.Mas nós esperamos que ela se reviva em breve!

    Ouvimos falar que há chances de termos um show do Inkubus Sukkubus em São Paulo ainda em 2014, já há algo mais definido sobre isso e que vocês possam contar?

    Inkubus Sukkubus: Ainda sabemos pouco a respeito, o lançamento do novo álbum está agitando bastante nossa agenda – mas estamos no aguarde e negociando com os promotores daí, não sabemos ainda onde será o show – ainda demora um pouquinho…

    Deixem uma mensagem para os fãs brasileiros!

    Inkubus Sukkubus: Agradecemos a todo o apoio, suporte e interesse por nossos trabalho e esperamos nos apresentar aí no Brasil assim que pudermos.

    Inkubus Sukkubus na Internet

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  • Post Format SoundCloud – Stile 2

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  • Vem aí o jogo “Pequenas Igrejas,Grandes Negócios!

    O primeiro de abril conhecido como uma data de traquinagens desde os tempos dos nórdicos, se iniciou com uma [postagem auto-irônica, espirituosa e extremamente “camp” do Marcelo Del Debbio](http://www.deldebbio.com.br/2014/04/01/so-jesus-salva/) onde “trollava” a todos com uma suposta confissão de ter virado pastor!Mas tudo isso não passava de uma “pegadinha” dele para anunciar a chegada do novo cardgame “PIGN” sigla para “Pequenas Igrejas Grandes Negócios”

    Podemos afirmar sem equívocos que este será uma dos jogos mais controversos de 2014: PIGN é um Cardgame de ficção científica ambientado em um mundo onde as Igrejas Evangélicas são usadas por pessoas trapaceiras e inescrupulosas para lavar dinheiro do crime, vender porcarias inúteis, explorar a boa fé de pessoas ignorantes e obter poder político; um universo muito diferente da nossa realidade, onde as Igrejas são centros comunitários de ajuda ao próximo, gerenciadas por baluartes do bom caratismo.

    A criação deste cardgame leva a assinatura do game designer e conferencista Marcelo Del Debbio (Teoria da Conspiração) e do ilustrador Roe Mesquita – o game ainda se encontra em projeto e buscará financiamento via crowdfund no Cartase ou similar. Este “universo ficcional” onde PIGN é ambientado levanta questionamentos válidos em tempos onde qualquer “verdade” é assumida com fanatismo e de maneira extremada, errônea e exagerada. Suspeitamos que os módulos de expansão deste jogo permitirá aos personagens comprarem latifúndios para criarem pequenos países, se manterem isentos de impostos, financiarem exércitos pessoais e novas fogueiras inquisidoras por toda parte. Deixem seu “Curtir ungido” na página do facebook do PIGN e saibam mais e agora conheçam alguns dos personagens que habitam este curioso universo paralelo ficcional.

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    O último Jiangshi chegando nos festivais de cinema

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  • Os Mistérios do Casarão Afonso Sardinha

    Quem acompanha o REDE VAMP conhece nosso passeio [São Paulo Maldita](https://redevampyrica.com/home/saopaulomaldita/) onde exploramos o outro lado da metrópole através de suas histórias, causos, santos populares, assombrações e lendas urbanas – bem como os videos que produzimos deste passeio e que vocês podem assistir aqui.Hoje fomos presenteados com um artigo do escritor [Oscar Mendes Filho(Do blog Prisioneiro do Medo](http://www.prisioneirodomedo.blogspot.com.br/) e autor dos livros Joshua, contos para Nunca Esquecer e muitos outros, disponíveis no [amazon](https://www.amazon.com.br/s/ref=nb_sb_noss?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&url=search-alias%3Daps&field-keywords=Oscar%20Mendes%20Filho&sprefix=Oscar%2Caps&rh=i%3Aaps%2Ck%3AOscar%20Mendes%20Filho) Então vamos conhecer o assombrado casarão Afonso Sardinha

    São Paulo tem muitos locais famosos pela fama de serem assombrados, como o Edifício Joelma, o Castelo da Rua Apa, o Teatro Municipal, entre outros.Mas existem muitos que não são mencionados em páginas “especializadas”, por descaso ou apenas por se ignorar a existência deles.Um desses lugares é o Casarão Afonso Sardinha, localizado no Parque Estadual do Jaraguá, em São Paulo, conhecido por ser uma edificação histórica, mas que também apresenta grande atividade paranornal.Embora pouca gente saiba disso e o fato não seja divulgado, muitas pessoas testemunharam manifestações sobrenaturais seja no próprio casarão ou nos seus arredores.

    Como fica próximo da minha casa, já há muito tempo queria escrever sobre ele, colocando-o, merecidamente, no hall dos lugares assombrados da capital paulista.Tudo poderia não passar de uma lenda urbana ou de histórias sem fundamento, como tantas outras, mas quando decidi pesquisar sobre o casarão e consegui alguns depoimentos sobre ele me dei conta de que as histórias são assustadoramente verídicas.Mas antes de entrar nas manifestações sobrenaturais propriamente ditas gostaria de falar um pouco sobre a história do casarão, quem o construiu, o bandeirante Afonso Sardinha, e também sobre o Parque Estadual do Jaraguá que o abriga, para que se possa entender um pouco melhor o caso.

    Quem foi Afonso Sardinha?

    Afonso Sardinha (o velho), de origem portuguesa, foi um bandeirante conhecido como caçador de índios e traficante, sendo um dos primeiros a comprar escravos em Angola e trazê-los ao Brasil. Foi uma figura muito importante e influente em sua época, recebendo o título de Capitão das Gentes da Vila de São Paulo dos Campos de Piratininga. Sardinha descobriu vestígios de ouro no ribeirão Itaí, que fica no Pico do Jaraguá, por volta de 1580 e com isso resolveu se estabelecer na região, fundando a Fazenda Jaraguá. Nela ele construiu a sede, o casarão que hoje leva seu nome, e nele viveu até 1616, quando faleceu.

    Para não me prolongar na biografia de Sardinha irei resumir sua história com uma descrição interessante que foi feita sobre ele pelo historiador Afonso de Taunay:

    “Grande comerciante e capitalista, grande proprietário e lavrador, minerava no Jaraguá, fabricava e exportava muita marmelada, a ponto de poder fornecer, de uma remessa, cem caixotes, e negociava grandes partidas de farinha, sal e açúcar. De Buenos Aires recebia lãs e peles remetidas pelo correspondente Antônio Rodrigues de Barros. Oito peles vendera em São Paulo por 26 cruzados:10$000. Traficava escravos, vendendo índios moços a 3$000 por cabeça, até para o Rio da Prata. De lá encomendava diversos gêneros, como rendas, papel, medicamentos, facas fabricadas na Alemanha. Como capitalista, emprestava a pessoas de São Paulo e Santos, São Vicente e Rio de Janeiro”.

    No sopé do Pico do Jaraguá o casarão foi construído, por volta de 1580, para servir de sede à Fazenda Jaraguá. Possui vinte e um cômodos e era residência do bandeirante Afonso Sardinha, o pai, que ali viveu até seu falecimento, em 1616 (como já foi dito).A construção também tem um cômodo contíguo, um tipo de senzala bem pequena com altura de 1,60m e poucos metros quadrados, com apenas uma pequena janela para ventilação. Por que uma senzala? Como se sabe, Sardinha era inimigo dos indígenas locais e traficava escravos para o Brasil. Obviamente ela serviu para o cárcere ou mesmo abrigo de nativos e negros escravizados.

    Um fato curiosamente bizarro em relação ao casarão é o material com o qual foi construído: taipa de pilão. Porém, para conferir maior resistência ao material, foram adicionados sangue e vísceras animais à massa de folhas secas e barro, para aumentar a aglutinação e assim fortalecer o material.Ao contrário do que se pode imaginar, a vida na fazenda estava longe de ser tranquila.Alguns povos indígenas como os Carijós, que viviam na região, não adentravam o território onde está o Pico do Jaraguá (chamado por eles de “Iaraguá”) por considerá-lo sagrado, assim como não permitiam que outras pessoas o fizessem. A invasão da área pelos portugueses despertou a fúria dos nativos.

    Durante dez anos foram travadas diversas guerras pela região, em que os indígenas, Carijós e Guaranis, incapazes de fazerem frente ao poderio bélico dos portugueses, foram exterminados. Interessante que isso seja lembrado, mais adiante.Com o esgotamento do minério a região foi tomada por enormes fazendas de café e muitos anos depois, em 1939, o governo do Estado de São Paulo comprou 202 alqueires da região. As fazendas cafeeiras foram desativadas e vegetação nativa foi replantada.

    Em 1961 foi inaugurado, então, o Parque Estadual do Jaraguá, onde o casarão se localiza.Em 1978 o Conselho Estadual do Patrimônio Histórico formalizou o tombamento de toda a área e em 1994 o Jaraguá foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, na qualidade de Reserva da Biosfera, quando o casarão, ao menos, passou a ser protegido.Durante vinte anos o casarão abrigou o albergue Magdalena Tagliaferro Hostel, que foi desativado em 2008, servindo de moradia temporária aos jovens de todo o mundo.Com a desativação do albergue o casarão foi então fechado para a visitação pública, sendo cuidado por dona Iracema, que cumpria com o papel de caseira, até 2012, quando foi obrigada a retirar-se dele.Com o Decreto Estadual n° 57.401, de 06 de outubro de 2011, a Fundação Florestal (que administra o parque) foi autorizada a criar parcerias para sua utilização, incluindo o casarão.A licitação já foi feita, mas ainda se desconhece que destino será dado a ele ou ao parque.

    No Pico do Jaraguá, ponto mais alto da cidade de São Paulo, foram instaladas duas importantes antenas de transmissão.Pouca gente sabe, mas Pico do Jaraguá é o nome dado ao ponto maior (com 1.135 metros), onde em 1962 foi instalada a rede de transmissão da Rede Bandeirantes, e o menor (com 1,127 metros) se chama Pico do Papagaio, onde em 1969 foi construída a antena da TV Cultura.Recentemente ocorreram alguns acidentes na região do parque que abriga o casarão, além de numerosos incêndios na mata. Incêndios esses ocasionados por motivos diversos, alguns deles sem explicação.

    Atividades paranormais.

    Existem diversos relatos dizendo que tanto no casarão como nos seus arredores há atividades sobrenaturais. Foi difícil, mas consegui obter o testemunho de algumas pessoas que aceitaram colaborar, desde que a identidade não fosse revelada.Quem já passou a noite na centenária edificação diz que é possível ouvir sons como os de correntes sendo arrastadas, estrondos pelas paredes e vultos perambulando por seus cômodos.

    “Não tem explicação, mas em algumas noites as almas penadas pareciam ficar doidas, e era impossível dormir quando isso acontecia. Eram gritos, estrondos pra tudo que era lado, era terrível. Mas era difícil disso acontecer, na maioria das noites era tudo tranquilo.”

    “Uma vez veio uma prima minha do interior aqui pra capital e ia ficar em casa durante um tempo. Mas ela só passou uma noite no casarão e quis ir pra casa de uma tia dela. Ela disse que, de noite, sentia alguma coisa mexendo nos cabelos delas e alisando as pernas dela. Nunca mais voltou aqui. Mas comigo essas coisas nunca aconteceram não.”

    “Sou bastante religiosa, sempre rezo antes de dormir e tenho sempre um cantinho para meus santinhos. Ainda sou do tempo que se seguia a quaresma, todas as tradições católicas. Acho que isso também me ajudava a acalmar as almas penadas, as orações.” – confidenciou I.B., que morou no casarão durante algum tempo.

    Quem visitou o local também teve más impressões a respeito dele.

    “Uma vez teve uma visita da escola ao casarão. Tinha guia e tudo o mais, foi bem organizado. Todos os aposentos nos foram mostrados, mas quando chegou a hora de conhecer a senzala, foi complicado. Eu entrei nela, baixinha, abafada… Senti uma sensação horrível, como se desse pra sentir o sofrimento de quem esteve preso nela. Foi horrível mesmo.” – relatou C.M.P.

    Os seguranças que fazem a ronda noturna pelo parque evitam passar por perto do casarão alegando que já viram vultos circulando por suas dependências, além de ouvirem risadas e lamentos vindos do seu interior.

    “A ronda tem que ser feita por toda a área do parque, e não dá pra deixar de passar perto do casarão, mas ele dá arrepios. Não gosto de passar perto dele, teve uma vez que eu estava fazendo a ronda e tive a impressão de que tinha alguém se esgueirando pelas esquinas do casarão, me acompanhando. Chamei um companheiro pelo rádio e circulamos em volta dele todo, mas não tinha ninguém.” – disse W.M.A.

    “Teve uma noite em que chamamos a polícia para averiguar uma invasão do casarão. Eu e mais dois vigilantes tínhamos certeza de que tinha um bando de gente dentro dele. A polícia veio, a gente teve que destrancar a porta para eles entrarem, e o lugar tava vazio.” – relatou A.A.P.

    Na aldeia indígena próxima ao parque, onde ainda hoje se encontram as pias utilizadas para lavagem do ouro na época, também há relatos de manifestações estranhas.

    “Aqui na aldeia tem um monte de cachorro. O pessoal abandona os bichos aqui e acabamos ficando com eles, então tem um monte. Toda noite, lá pelas duas da madrugada, não sei o que dá neles, mas vira uma bagunça danada aqui. Eles latem, ganem, uivam, sempre nesse horário. Algumas vezes pensei que fosse alguém que passasse na estrada e mexesse com eles, e uma vez eu saí pra ver. Não tinha ninguém, é como se a cachorrada latisse pra alguma coisa que só eles conseguem ver.” – relatou J.F.

    “Logo que viemos morar no Jaraguá nós nem casa tínhamos ainda. A gente morava em uma oca, mas como esfriava muito de noite a gente pendurava cobertores para não entrar vento. Uma vez veio uma conhecida nossa, de outra aldeia, pra passar um tempo com a gente e disse que toda noite ela ouvia o som de correntes se arrastando na direção das “pias de ouro”. – contou C.A.M.

    Mas por que o casarão e a região do parque seriam assombrados?

    Espíritos pouco elevados e que, por algum motivo em particular, não estejam dispostos ou aptos a seguirem para o mundo espiritual acabam presos a um determinado local, geralmente onde ocorreu sua morte física. Não que isso signifique necessariamente que sejam maus, muitas vezes simplesmente não possuem o conhecimento necessário ou não recebem a ajuda esperada para seguirem adiante.

    A quantidade de indígenas e negros mortos na região do Pico do Jaraguá foi enorme. Afonso Sardinha e seus capatazes guerrearam com os Carijós e Guaranis pela posse das terras durante dez anos, até que finalmente saíram vitoriosos. Podemos então calcular a quantidade de vidas que foram ali perdidas. Os nativos, pela própria cultura deles, costumavam sepultar

  • Les Chats-Potés: Violino, Arte de Rua e Encantaria

    O psicólogo Carl Jung acreditava em algo chamado sincronicidade – enquanto Vampyro eu aprecio tal efeito naquilo que chamamos de “leis da afinidade” – atraímos em abundância aquilo que cultivamos e focalizamos em nosso ser e tal reflexo, assim como um espelho, resplandece em terceiros que se aproximam e se relacionam conosco – através das encruzilhadas da noite. Na enevoada tarde do nosso [Sarau Jardim de Perséfone](https://redevampyrica.com/home/project/um-sarau-no-jardim-de-persefone/) tivemos a oportunidade de conhecermos uma pessoa muito especial e um grande músico chamado Hefestus Moutsa – ao som do seu estiloso violino ele embalou nossa tarde com músicas encantadoras…e assim nos apresentou o seu projeto musical Les Chats-Potés…que compartilhamos hoje com todos vocês…

    Les Chats-Potés

    Les Chats-Potés é um projeto musical idealizado pela musicista francesa Léa Goncalves e pelo músico brasileiro Hefestus Moutsa. Iniciaram o projeto como músicos de metrô e agora participam também de projetos em parceria com outros músicos e artistas de outros seguimentos. Juntos eles criam músicas dentro de diversos estilos: Celta, Cigano, Erudito, Clássico, Contemporâneo e Folclórico, etc. Porém o estilo que classificam suas músicas é Nômade, por não se fecharem para um estilo único.

    História

    Léa, após sua formação no “ensino médio francês”, iniciou uma viagem de 1 ano para obter conhecimento de outras culturas, como é de costume de algumas famílias européias, e em passagem pelo Brasil, conheceu Hefestus enquanto ele fazia uma apresentação pelos metrôs de SP com seu violino. Após se conhecerem melhor, iniciaram um relacionamento musical e logo menos um relacionamento de casal.

    Léa é violinista, pianista e escaletista, mas nas horas vagas aproveita o tempo fazendo toda a parte gráfica e artística Les Chats-Potés, com seus desenhos, criando os temas e afins. Hefestus é violinista e se apresenta com Arte de Rua há 3 ano e pelos metrôs de São Paulo há 1 ano . Assim como outros músicos, apesar de não existir ainda uma permissão para músicos tocarem seus instrumentos nos metrôs de São Paulo, eles se apresentam diariamente por diversas estações de metrô. Também, em parceria com outros músicos que trabalham no metrô, estão iniciando um projeto que visa a liberação para que músicos possam tocar seus instrumentos nas imediações e espaços do metrô promovendo assim a arte e cultura musical por toda a cidade.

    O Nome

    Les Chats-Potés é uma brincadeira com alguns nomes franceses dentro da frase:

    Chat = gato

    Poté = mix de legumes

    E a pronúncia Chapeauté = quando uma pessoa usa um chapéu, assim como é usada a palavra “motociclista”, para a pessoa que usa uma moto.Na França é usado “Le Chat-Boté” para O Gato de Botas e eles utilizam Les Chats- Potés para a tradução: Os Gatos de Chapéu.

    Arte e Palco na Rua

    Les Chats-Potés ao tocarem pelos metrôs e ruas de São Paulo notaram a necessidade de mostrar para as pessoas que Arte de Rua é ARTE e jamais é mendicância e onde tocam montam seu pequeno palco, com flores, cartões de visita, apetrechos artísticos e tapetes decorados para que possam trazer um universo diferente as pessoas que passam e ouvem suas músicas. Tudo deve ser para que as pessoas possam ter um momento agradável enquanto seguem seus caminhos para casa, trabalho, escola ou onde quer que estejam indo. Mas que possam levar um pouco de arte consigo.

    EP e Músicas

    Recentemente lançaram um CD com 8 faixas intitulado MetrôFuge que vendem diretamente paras as pessoas nos shows, nas apresentações na rua e também pela página Les Chats-Potés no Facebook. O nome MetrôFuge vem da crítica pelas fugas do metrô que tem feito parte ainda da vida dos músicos que tocam pelos metrôs de São Paulo visto que, sempre com a chegada dos funcionários seguranças, os músicos são retirados das estações por sua arte ser vista não como arte e sim como mendicância pela administração do metrô, mesmo sendo de conhecimento público ou a todo que queira saber que, arte de rua é algo tão antigo quanto o tempo.

    Músicas

    As músicas podem ser ouvidas nos seguintes links:

    Sound Cloud |Facebook | Youtube

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  • Les Chats-Potés: Violino, Arte de Rua e Encantaria

    Les Chats-Potés: Violino, Arte de Rua e Encantaria

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    O psicólogo Carl Jung acreditava em algo chamado sincronicidade – enquanto Vampyro eu aprecio tal efeito naquilo que chamamos de “leis da afinidade” – atraímos em abundância aquilo que cultivamos e focalizamos em nosso ser e tal reflexo, assim como um espelho, resplandece em terceiros que se aproximam e se relacionam conosco – através das encruzilhadas da noite. Na enevoada tarde do nosso Sarau Jardim de Perséfone tivemos a oportunidade de conhecermos uma pessoa muito especial e um grande músico chamado Hefestus Moutsa – ao som do seu estiloso violino ele embalou nossa tarde com músicas encantadoras…e assim nos apresentou o seu projeto musical Les Chats-Potés…que compartilhamos hoje com todos vocês…

    Les Chats-Potés

    LeChat6

    Les Chats-Potés é um projeto musical idealizado pela musicista francesa Léa Goncalves e pelo músico brasileiro Hefestus Moutsa. Iniciaram o projeto como músicos de metrô e agora participam também de projetos em parceria com outros músicos e artistas de outros seguimentos. Juntos eles criam músicas dentro de diversos estilos: Celta, Cigano, Erudito, Clássico, Contemporâneo e Folclórico, etc. Porém o estilo que classificam suas músicas é Nômade, por não se fecharem para um estilo único.

    História

    LeChat4

    Léa, após sua formação no “ensino médio francês”, iniciou uma viagem de 1 ano para obter conhecimento de outras culturas, como é de costume de algumas famílias européias, e em passagem pelo Brasil, conheceu Hefestus enquanto ele fazia uma apresentação pelos metrôs de SP com seu violino. Após se conhecerem melhor, iniciaram um relacionamento musical e logo menos um relacionamento de casal.

    Léa é violinista, pianista e escaletista, mas nas horas vagas aproveita o tempo fazendo toda a parte gráfica e artística Les Chats-Potés, com seus desenhos, criando os temas e afins. Hefestus é violinista e se apresenta com Arte de Rua há 3 ano e pelos metrôs de São Paulo há 1 ano . Assim como outros músicos, apesar de não existir ainda uma permissão para músicos tocarem seus instrumentos nos metrôs de São Paulo, eles se apresentam diariamente por diversas estações de metrô. Também, em parceria com outros músicos que trabalham no metrô, estão iniciando um projeto que visa a liberação para que músicos possam tocar seus instrumentos nas imediações e espaços do metrô promovendo assim a arte e cultura musical por toda a cidade.

    O Nome

    LeChat3

    Les Chats-Potés é uma brincadeira com alguns nomes franceses dentro da frase:
    Chat = gato
    Poté = mix de legumes
    E a pronúncia Chapeauté = quando uma pessoa usa um chapéu, assim como é usada a palavra “motociclista”, para a pessoa que usa uma moto.Na França é usado “Le Chat-Boté” para O Gato de Botas e eles utilizam Les Chats- Potés para a tradução: Os Gatos de Chapéu.

    Arte e Palco na Rua

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    Les Chats-Potés ao tocarem pelos metrôs e ruas de São Paulo notaram a necessidade de mostrar para as pessoas que Arte de Rua é ARTE e jamais é mendicância e onde tocam montam seu pequeno palco, com flores, cartões de visita, apetrechos artísticos e tapetes decorados para que possam trazer um universo diferente as pessoas que passam e ouvem suas músicas. Tudo deve ser para que as pessoas possam ter um momento agradável enquanto seguem seus caminhos para casa, trabalho, escola ou onde quer que estejam indo. Mas que possam levar um pouco de arte consigo.

    EP e Músicas

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    Recentemente lançaram um CD com 8 faixas intitulado MetrôFuge que vendem diretamente paras as pessoas nos shows, nas apresentações na rua e também pela página Les Chats-Potés no Facebook. O nome MetrôFuge vem da crítica pelas fugas do metrô que tem feito parte ainda da vida dos músicos que tocam pelos metrôs de São Paulo visto que, sempre com a chegada dos funcionários seguranças, os músicos são retirados das estações por sua arte ser vista não como arte e sim como mendicância pela administração do metrô, mesmo sendo de conhecimento público ou a todo que queira saber que, arte de rua é algo tão antigo quanto o tempo.

    Músicas

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    As músicas podem ser ouvidas nos seguintes links:
    Sound Cloud |Facebook | Youtube

    Galeria Visual


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    Este texto foi gerado inteiramente pelo Soul Retrieval Engine (IA Generativa) atuando sob o arquétipo emulado de Necropole de Silicio. Trata-se de um pastiche/paródia estilística criado para fins educacionais e críticos sobre o impacto da tecnologia na cultura gótica contemporânea. Esta obra sintética não possui qualquer afiliação, endosso ou ligação com o(a) autor(a) original, seus herdeiros ou detentores de direitos. Nenhum personagem, enredo ou local protegido por direitos autorais foi reproduzido nesta emulação.
  • VoxVampyrica:A literatura que por comodidade chamamos de gótica

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    ##### Escute agora a versão podcast no site ou ainda faça o download, da parte 1aqui ou da parte 2, aqui (abrirá uma nova janela e lá você deverá clicar com o botão da direita do mouse e escolher “salvar link como” em cima do link 92.5mp3 embaixo da opção VBR MP3)

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    PARTE 1 (26.03.2014):

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    PARTE 2 (2.04.2014):

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    26.03.2014&2.04.2014 – Nestas edições do programa Vox Vampyrica – Lord A explora os escritos de Gavin Baddeley do livro Goth Chic (que você pode conhecer um pouco mais, aqui e faz interessantes apontamentos sobre o começo da chamada por comodidade de “Literatura Gótica” – sim, vamos falar de Anne Radcliffe e seus finais ScoobyDoo, o pervertido Monk Lewis, Byron e sobre o divino Marquês de Sade comentando e divagando sobre tal estilo literário -na trilha sonora Project Pitchfork, In Strict Confidence, Death In June, Ego Likeness, Cruxshadows, Chelsea Wolfe e muito mais. Cadastre seu e-mail aí na barra a direita e acompanhe as novidades!

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    A transmissão é da Acidic Infektion (desde 2011). Criado pelo transmidia Lord A:.. o Vox Vampyrica começou ainda em 2006 como um podcast caseiro e pioneiro dedicado a produção cultural VAMP e ao Darkwave e vertentes, com o tempo e a crescente e fiel legião de fãs foi se profissionalizando e se tornando um programa semanal tradicionalmente transmitido nas noites de quarta no site oficial e pela webradio ACIDIC INFEKTION.

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    ##### Lord A:.

    Lord A:.(também conhecido como Axikerzus Sahjaza) vêm a ser artista plástico, designer, escritor, Dj, Promotor de Eventos e apresentador do programa Vox Vampyrica – com uma carreira consolidada de mais de uma década no Brasil e reconhecida internacionalmente em diversas publicações relacionadas a cena e a produção cultural Vamp.

    É autor e editor do site www.vampyrismo.org e de toda uma ampla rede Vampyrica que reúne centenas de leitoras e leitores no Brasil, América do Sul, Portugal e Espanha e apresentador do programa de radio Vox Vampyrica que vai ao ar nas noites de quarta-feira das 22h a meia-noite, na webradio Acidic Infektion.

    Atua como DJ, é fundador e residente de eventos como Theatro dos VampiroS e um dos fundadores do Submundo (em parceria com os DJs Lucius e Maryan) e também colaborador de diversos eventos da cena.Atualmente é o responsável pelo evento sazonal “FANGXTASY THE AUTHENTIC VAMPYRIC AND GOTHIC NIGHT no Poison Bar&Balada.

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    O último Jiangshi chegando nos festivais de cinema

    Recentemente nosso amigo Marco Seschi, frequentador e participante da Rede Vampyrica e do Círculo Strigoi reparou neste filme que estará…

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    Ao longo de mais de 30 anos circulando por cenas alternativas, góticas, noturnas, pagãs, ocultas e simbólicas, uma coisa se…

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    “Um convite àquilo que sempre esteve à margem”Antes de virar personagem, fantasia ou palavra, o vampiro foi sensação. Um desconforto….

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  • Diary of Dreams lança novo álbum: Elegies in Darkness

    Diary of Dreams lança novo álbum: Elegies in Darkness

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    E oferecemos logo acima um player com 12 minutos do novo álbum do Diary of Dreams!

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    Elegies in Darkness é o seu 11 º álbum de estúdio(segundo a gravadora Projekt), o nome fala por si – o novo trabalho não poderia ter sido mais profundo, mais escuro, mais orgânico ou mais melancólico. Você vai mergulhar em paisagens sonoras profundas e viscosas – tocantes baladas e pulsante hinos para as noites que virão nos seus eventos favoritos.

    Se o Diary of Dreams tem uma peculiaridade é sua incrível habilidade de promover a co-existência esmagadora de sons sintéticos com uma atraente estílistica clássica. Assim podemos esperar um álbum incomum e certamente extraordinário.Neste álbum também percebemos o amadurecimento técnico da “banda” agora depois de mais de 500 shows, tendo passado por ao menos 36 países diferentes.Infelizmente nas pistas da maior parte dos eventos ficamos restringidos a escutar hits como “Amok”, “Giftraum” ou “She Said” – mas aos poucos novas canções devem aparecer com maior frequência por aí.Ao menos no Fangxtasy este é um compromisso assumido desde já pelos Djs Residentes.

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    O Diary of Dreams já teve uma passagem no Brasil graças aos esforços do Projeto Ferro Velho e os fãs brasileiros até hoje lembram com carinho desta soberba apresentação. Creio que poucas bandas do nicho alternativo possam olhar para trás em uma história tão longa e bem sucedida, como o Diary of Dreams pode fazer – e sinto convicção em afirmar que eles vivem seus sonhos em cada nova música em tons aveludados, belos ainda que melancólicos.Nesta sexta-feira 14.03.2014 haverá a listening session do novo álbum no projeto Bats and Robots no Madame Underground Club – com performances do grupo “Santo Sepulcro” dos queridos Ricardo Dumont e Isis Máat.

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    Este texto foi gerado inteiramente pelo Soul Retrieval Engine (IA Generativa) atuando sob o arquétipo emulado de Necropole de Silicio. Trata-se de um pastiche/paródia estilística criado para fins educacionais e críticos sobre o impacto da tecnologia na cultura gótica contemporânea. Esta obra sintética não possui qualquer afiliação, endosso ou ligação com o(a) autor(a) original, seus herdeiros ou detentores de direitos. Nenhum personagem, enredo ou local protegido por direitos autorais foi reproduzido nesta emulação.
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    Se o Diary of Dreams tem uma peculiaridade é sua incrível habilidade de promover a co-existência esmagadora de sons sintéticos com uma atraente estílistica clássica. Assim podemos esperar um álbum incomum e certamente extraordinário.Neste álbum também percebemos o amadurecimento técnico da “banda” agora depois de mais de 500 shows, tendo passado por ao menos 36 países diferentes.Infelizmente nas pistas da maior parte dos eventos ficamos restringidos a escutar hits como “Amok”, “Giftraum” ou “She Said” – mas aos poucos novas canções devem aparecer com maior frequência por aí.Ao menos no Fangxtasy este é um compromisso assumido desde já pelos Djs Residentes.

    O Diary of Dreams já teve uma passagem no Brasil graças aos esforços do Projeto Ferro Velho e os fãs brasileiros até hoje lembram com carinho desta soberba apresentação. Creio que poucas bandas do nicho alternativo possam olhar para trás em uma história tão longa e bem sucedida, como o Diary of Dreams pode fazer – e sinto convicção em afirmar que eles vivem seus sonhos em cada nova música em tons aveludados, belos ainda que melancólicos.Nesta sexta-feira 14.03.2014 haverá a listening session do novo álbum no projeto Bats and Robots no Madame Underground Club – com performances do grupo “Santo Sepulcro” dos queridos Ricardo Dumont e Isis Máat.

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  • RedeVamp entrevista Christian Hosoi da loja Fake No More

    Compartilhamos esta entrevista inédita com Christian Hosoi o criador da loja Fake No More Clothing Store, lá na Galeria do Rock.A loja já é considerada pelo público em geral como o espaço mais criativo e acolhedor do meio alternativo paulistano.

    Nesta entrevista exclusiva para Srta Xendra Sahjaza (Editora do Blog Fashionismo Vamp), Christian irá contar um pouco do primeiro ano de atividades da loja, seus planos para 2014 e compartilhar um pouco mais dos detalhes que tornam a Fake No More um espaço único e com muita identidade e autenticidade – percebidos desde o atendimento a qualidade das marcas e produtos oferecidos. Assim como da ação social que arrecada ração para animais abandonados e cuidados por ongs do centro de SP que mantem junto a Lord A do Encontro do Tarô dos Vampiros e com Vincent Sahjaza do passeio cultural São Paulo Maldita.

    Extra: Assista o desfile produzido pela Rede Vamp na Loja Fake No More – ao som da banda Horse and Hattock

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