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  • DRAGÕES E IMAGINÁRIOS: PALAVRAS DE UM VAMPYRO

    [UM TEXTO DE LORD A:.] Viemos a saber que nas terras da Romênia, Hungria e arredóres palavras usadas para designar estrelas cadentes e cometas são análogas a Dragões e “Anjos Caídos” – assim como Vamps e Xamãs são termos correlatos ou que designam o espírito como a raiz da matéria…e o processo extático como a via de acesso a um universo não-ordinário.Segundo autores contemporâneos como Andrew Chumbley, Nigel Jackson & Michael Howard – podemos inferir que a expressão “Anjo Caído” refere-se a deídades mais antigas e menos conhecidas; que alguns até poderiam considerar “titânicas” pelas descrições e tempo de existência de seus relatos.Mas o grande Robert Graves e outros já demonstrou efetivamente que o termo “Titã” nada mais significa do que “senhores”. Em questões de imagem e livre especulação, particularmente penso em “Deuses e Deusas” como véus que recobrem potências mais antigas e integrantes do próprio ecossistema.Muda a era, muda o governo, vem migrações e imigrações de povos e novos véus recobrem os anteriores…”Dragões” em especial me remetem ao mito de cosmogonia Pelasgo de Eurynome e Ophion – que tem paralélos e encontra fortes ressonâncias com tantos outros símbolos, imagens e “deuses e deusas” apreciados entre os Vamps.

    Creio que estrelas-cadentes, cometas, dragões & “Vamps” dentro de um pensar abrangente e o menos conectado possível com o empobrecido senso-comum que perdura sobre eles – são bons representantes e fortes candidatos a ilustrarem nosso pensamento, gênio emocional, “Gãna” – análogos a espírito enquanto inspiração e singularidade – tal como a raiz das atitudes, ações, pensamentos e atos que modelam nossa realidade.Para os Nórdicos o termo – Caídos – era usado para designar o processo extático.No geral o termo que usamos como “anjo” vem do grego e do latim – dos tempos da tradução chamada vulgata – nada mais significa do que “mensageiro” – que era usado para designar desde uma “entidade” ou “inspiração súbita” (deídades pagãs, vestidas e revestidas, expatriadas ou re-interpretadas sobre outros prismas) a um mensageiro humano (tal como um funcionário dos correios hoje). Podemos incluir aí “Pedras Negras” que caíram do céu – asteróides e meteoritos…tal como a do culto de Cybele ou ainda na Caaba em Méca – dragões ou anjos caídos? Quem sabe nuvens tempestuosas como veríamos entre os Solomonaris, influências posteriores dos sacerdotes dos antigos povos Geto-Dácios posteriormente associados ao rico imaginário do Rei-Salomão que viveram no que hoje pertence as terras de Romênia e Hungria.

    Por alguns anos gostava de pensar que o termo Dragão vinha do termo grego de “Olhar” – ainda gosto da idéia, embora o etimológico seja questionável – posteriormente fiquei com a idéia de serpentes mágickas (incluindo a Kundalini, cada chackra que toca transforma o olhar do observador) e também da moeda grega que sempre permanecia. Mais tarde veio a de anjos-caídos, mensageiros, deuses, deusas ou estrelas cadentes – e daqueles que eram os eleitos capazes de direcionar ou serem direcionados sob intervenção destes, todos mortos para o mundo comum da moral e do socialmente aceito – mas vivos e autênticos para aquilo que realmente vale – a forma como olhamos e como nos aproximamos diz muito do que será daquela lição que virá do imprevisivel que é a natureza – benção ou maldição – seu intento ou a forma como olha e destina atenção naquele momento, o que focaliza, o que atrai e aquilo que afasta…os aspectos da vida ou dos planetas e espíritos que se alinham alí e formam um tempero único que poderá ser recordado como algo objetivo ou não objetivo perante, sincronizar o envolvido com sua transparência pessoal em reconhecer os aspectos daquilo que carrega nos seus atos, escolhas e na vida… como isso se ramífica e o quanto custa para sí, para os outros e para a natureza mantêr tal padrão…o quanto aquilo que nutre destrói e vice-versa em cada estância da vida – e o que vai sendo perpetuado, serpentar e distante nas raízes que vão pelo sangue e se elevam ao fogo de estrelas, além de qualquer pessoalídade – uma ontológica anarquia como a imaginação e a natureza, onde a persona inexiste ao final – rei ou peão todos voltam para a caixa, e as ondas flutuante e temporárias findam mas continuam sendo oceano…

    Sejam os dragões os relâmpagos de Zeus nos céus, sejam o Drakul a ser combatido ou integrado por Sabazios… a Jommungard como aquilo que o próprio Thor nunca dominará no seu jeito tempestuoso… relâmpagos de sangue a nos afastarem da unicidade e do infinito síderal que nossa mente é um espelho… a carne esta mediadora e própria resposta da parte para com o todo…dragão interior e dragão exterior…alfa e omega, Sangue infinito das letras e dos significados das palavras que se alternam indiscriminadamente de suas origens aos seus usos em cada situação…o peregrino no labirinto, dragão enrolado em sí onde as escamas vistas a cada volta desvelam… ainda sobre dragões evoco estas palavras:

    “O mundo é chamado uma imaginação, pois é a ideação criativa sobre a memória recordada do universo.”Arthur Avalon, O Poder da Serpente.

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    O último Jiangshi chegando nos festivais de cinema

    Recentemente nosso amigo Marco Seschi, frequentador e participante da Rede Vampyrica e do Círculo Strigoi reparou neste filme que estará…

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    Mito, Delírio e Violência Organizada

    Ao longo de mais de 30 anos circulando por cenas alternativas, góticas, noturnas, pagãs, ocultas e simbólicas, uma coisa se…

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    Entre Livros e Salões: Os ecos de Carmilla em uma Noite de Gala Sombria

    O relato que compartilhamos vem do estimado Dylan Pegoretti, frequentador da nossa atmosfera de eventos e colaborador da Rede Vamp…

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    O Vampiro no Sul da Noite: Brasil e Portugal

    “Um convite àquilo que sempre esteve à margem”Antes de virar personagem, fantasia ou palavra, o vampiro foi sensação. Um desconforto….

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  • O TAL DO DESTINO – ou a têmpera que aprendemos a conviver

    Outra lição aos jovens Vamps – o tal do “DESTINO”: Como escolhemos nos aproximar dos fatos que encontramos durante a vida define se receberemos bênçãos ou maldições daquilo que encontramos – visto que muito do que passamos é apenas um reflexo da gente mesmo projetada sobre terceiros. A maldição é uma lição e as vezes o tapa na cara bem dado para despertar que tudo aquilo que incomoda paira no único território que devemos, aprender a conviver justamente pela necessidade e primazia acima de todos os outros – “O Jeito da Gente” se preferir um termo popular. Ou então o “Destino” ou mesmo “Sína” que lá na antiguidade nada mais era do que se referir ao “jeitão” como você encara e lída com aquilo que carrega, que determina como vive e como morre no presente – e não como algum roteiro inescapável, maldição (embora já tenhamos explicado esta também neste parágrafo); tampouco como uma trilha ou senda com desafios pré-estabelecidos mas de cumprimento randômico; ou ainda como melodrama e mi-mi-mi de quem só está nessa para fazer “drama” por seu “complexo de Louie Pont Du Lac” ser tratado como deve ser tratado pelos outros. O desenvolvimento começa quando o drama acaba.

    Bem como os dramas alheios também e ainda dramas de outros também (o tal de cuidar da vida alheia quando os referidos alvos não ocupam qualquer posição hierárquica ou vinculo de qualquer gênero contigo) Só terão a importância ou relevância perante “Sua Vida – Seu Jeito – Seu Território – que você lhes entregar ou ainda suspender e mesmo revogar. O lance do desenvolvimento é um trabalho solitário – mas jamais sozinho ou se auto-enganando que é isolado ou um excluído do todo, pois isto é presunção e demonstra própria superficialidade, apatia e conformismo aprendido por desconhecer meios eficazes de espreitar o próprio “Ser” – e confundir popularidade com ser amado, mas sobre isso ainda falaremos em breve.Embora nesta outra lição, o tema seja abordado.

    Enfim, aprenda a reger e exercer supremacia e tornar seu “lar” (o próprio espaço corporal e espiritual) um verdadeiro lar confortável, amigável e compreensivo para sí. A língua ou idioma do Dragão ensina que isto se faz ao contar de sí para sí que sua história de vida só pertence apenas 50% a você e que ela não está pronta ou finalizada, mesmo se tiver 2000 páginas só acaba quando terminar as últimas linhas – que sempre podem ser re-escritas no presente.É isso, boa Caçada!

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    Recentemente nosso amigo Marco Seschi, frequentador e participante da Rede Vampyrica e do Círculo Strigoi reparou neste filme que estará…

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    O relato que compartilhamos vem do estimado Dylan Pegoretti, frequentador da nossa atmosfera de eventos e colaborador da Rede Vamp…

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  • Aonde forjamos a lâmina do nosso olhar

    O texto que segue é uma narrativa sobre o olhar como uma afiada lâmina ou ferramenta criada e modelada a cada instante pela forja dos nossos sentidos e sensorialidades – bem como daquilo que escolhemos carregar ou modelar…é uma alegoria metafórica e até mesmo alquímica dedicada a quem aprecia Cosmovisão Vampyrica – que talvez venha a compreender muito do jargão que aqui foi empregado.Boa leituras e feliz caçada!

    O mundo dos mortos tem como acesso aquilo que os moderninhos chamam de “inconsciente”, representado como uma escura caverna (ou o espaço sideral), onde operam muitos significados e sentidos do nosso mapa de realidade neste estranho continente.Toda vez que presumimos e escolhemos sucumbir ao fazer de terceiros reflexos daquilo que carregamos – lhes atribuir a posse daquilo que não há como se largar – nos colocamos justamente a mercê da presunção e de nos perdemos com nosso próprio eco em meio a névoa da floresta ou deserto que atravessamos. Podemos consumir esta ardente tempera que carregamos no peito ou nos deixarmos ser consumidos e devorados. Há também a mordaz escolha de tentar deixar esta tempera perecer – bem como a sí e colher os danos da profunda melancolia e seus males. Na forja do nosso próprio olhar feral tudo são escolhas e consequências diretas do que fazer de sí com aquilo que temos – quer venhamos a reconhecer ou não. Na Cosmovisão Vampyrica delineamos ao menos adjetivamente que os justos são aqueles que se mantêm trilhando através desta via, trilha ou galeria tortuosa e espiralada da vida – e os mortos aqueles que sucumbem ao próprio mecanicismo e certezas de sí. Há os que respiram e os que não respiram…mas todos vivem sob o luar.

    Mesmo após a morte os justos são chamados de vivos. Mas os ímpios, mesmo durante a sua vida eles são chamados de mortos.Ao utilizar tal sentença procuro me abstrair de nomeações morais, sociais, políticas, crenças e afins – pois afinal estamos mortos para o mundo de Maaiah e das ilusões pautadas nestes termos. Se metafóricamente o que nos cabe é estarmos mortos para as ilusões e vivos para o que sentimos, fazemos, pensamos e agimos somos bons mortos-vivos… deixando nossos espíritos florescerem no jardim da meia-noite e desvelando perfumes noturnos e essências mais agradáveis do que a limitada, temporal, linear e embriagada noção de humanidade que impera nos conturbados tempos que vivemos. Por extensão vivemos e os mortos são apenas aqueles que vivem fragmentados em suas pequenas verdades sentenciados e exilados no mundo como ele, do jeito que é…e como as coisas são…do jeito que são!” Mentiras e ecos mecanicistas de superficialidade, apatia, conformismo e de transgressões para sua manutenção que apenas poluem, mortificam e entopem a forja de um olhar adamantino, feroz, imortal e atemporal. A expontaniedade do momento morre perante a necessidade de repetição maquinária daquilo que insiste em projetar (para coisificar ou transformar em produtos de suas maquinações) e e em vão gastar toda sua força jurando que reside em terceiros.Assim como Síssifo condenado por Hades a empurrar uma pedra até o alto da ravina para apenas vê-la rolar de volta ao ponto inicial.

    O vazio é uma ilusão premeditada e planejada de não encontrarmos ou tocarmos aquilo que que reclamamos que deveria estar lá ao nosso alcance. Nomeamos de vazio por ser inoportuno ou ainda não satisfatório, assim como o caos vulgar pertence apenas a um padrão que não era objetivo ou convergente ao que esperávamos que estivesse lá. O que remete muito mais a sua atitude de ir atrás daquilo que aprecia ou que lhe desperta sentido, ao mesmo tempo que vem a compreender que o amor ou sentido é vivenciado por tí – podendo não residir em terceiros na mesma frequência, potência e sabores que lhe desperta a sede. O esvaziamento que vem disso é uma escolha pessoal e intransferível – o que fará a seguir também. Benção ou maldição reside na forma como cria seu olhar, como escolhe tocar ou ainda se aproximar, qual lição há para aprender uma vez que todas vem baseadas naquilo que você mesmo cultiva em quantidade, gênero e abundância. No grau dos aspectos de sí que você escolhe passar mais e mais tempo junto, jurando que representam você na totalidade – para quem sabe evitar olhar que há ainda mais de sí em meio a própria venda ou escuridão proposital que se encerra…

    Não é necessário punir a quem atribuímos maiores graus de prioridade por nos importarmos pela sua respectiva falta de recíprocidade, continua jazendo em sí a responsabilidade por este grau de confiança concedido a um terceiro.É mais regenerativo nos deslumbrarmos pela grandeza daquilo que somos capazes de sentir do que aquilo que as vezes (talvez) possa ser correspodido – embora esperar por correspondência no final das contas denote mais carência do que exatamente potência. A nobreza e o refinamento assim como a vastidão e amplitude ainda residem em sí e na forma como olhamos, aproximamos e tocamos aquilo que nos rodeia. Enquanto não se vivenciar algo na carne é apenas um feitiço fugaz e ilusório onde apenas percebemos nosso reflexo que em vão insistimos ser de outro. Ao que estará atendendo, justificando, conquistando ou ainda prolongando só mais um pouco? Não está no outro, não está em algo que há devir, está (e jaz) em você.Há quem diga que todos os mortos residem em um vasto corredor até o próximo mundo vir, lá suas consciências existem atemporalmente até serem atraídas para mundos onde detêm maior afinidade, quem sabe assim tornando-se unidos a gigantes cujo o que deixaram como legado nos sustentam e carregam em seus ombros – na carne e na forma da lembrança e memória.

    Não há vazio. Mas porque tanto alguém precisa conquistar algo alegando sentir o vazio inexorável? O verdadeiro poder na Cosmovisão Vampyrica é aprender a desmantelar as próprias bombas e sabotagens interiores – herdadas ou cultivadas apenas e tão somente por você. O espirito caçador não é uma ferramenta vaga e ilusória de se exigir punições sob o luar, nesta realidade onde todos sem excessão são o amaldiçoado de alguém e que o tempo todo sempre reinarão um peso e duas ou mais formas de pesagem. Por quanto tempo mais vai reclamar para sí os resultados das desgraças ou bençãos que pairam ali no canto esquerdo do seu olhar sobre as coisas do mundo – que você alega projetar ou recolher sobre terceiros?

    Se o fio da lâmina do teu olhar é criado e re-criado instante a instante por si, porque se evadir delegando tal obra de arte a terceiros ou agentes além do seu controle? Você investe seu tempo e consciência de modelagem nela, escolhendo que seja mais afim ou funcional para algumas coisas em detrimentos de tantas outras – já se perguntou porque destrincha e é mais eficaz para aquilo e não para outras coisas?Você criou daquele jeito mas a qualquer instante pode re-modelar ou criar algo novo.Foi você que a modelou e forjou no calor da sua vivência ou apenas a reclamou para sí e alheio ficou com o que disseram que você devia fazer? É você também que delega a esta arma ou ferramentaria que dentre infinitas formas ao seu próprio gênio emocional ou espírito caçador, as vezes será apropriada – as vezes não e aí? Há chamas e matéria prima suficiente nos metais da tua alma (o tal do tesouro velado) que conquista explorando a vastidão da caverna da sua alma para ajeitar com funcionalidade uma nova arma ou ferramenta mais apropriada?O que consegue transformar em sentido e integrar do corpo da tua sensorialidade – o tal do Dragão? Quanto transforma e cristaliza em prática aquilo que lhe é inspirado e sonhado? As resplandescentes chamas da forja do próprio olhar espadado e perfurante continuam ativas e demandam serem mantidas pelo combustível gerado pelo amor próprio, dos feitos que lhe despertam sentido e pertencimento e de outros incontáveis valores… a caçada prossegue sob o aveludado manto negro, vida demanda vida, “Sangue” demanda “Sangue” e Força devora Força – assim o mundo se mantêm…a Harmonia é conquistada na compreensão de todos estes embates – abastecidos pelo amor que apenas agrega aquilo que é transparente e não admite nada fragmentado.

    Não há vazio apenas incontáveis tons daquilo que escolheu ainda não compreender ou pelo menos reconhecer sua parte, sua propriedade e sua responsabilidade. As vezes também há falta de habilidade ou perícia para extrair e refinar certas matérias primas das cavernas da alma.Outras falta espírito ou espirituosidade nesta árdua tarefa.Mas há algo que nos move neste sentido além do nosso controle, mas sujeito aos nossas próprias receitas e caldos primervos. Destes mistérios cada um deve vir a conhecer os próprios.Enquanto precisar caçar e jurar ser capaz de tomar de terceiros fazendo de cada um objeto ou coisa para ilusoriamente saciar aquilo que não tem como… permanece atrelado a rolar uma pedra até o alto da colina, apenas para ela descer furiosamente a ravina de volta ao ponto inicial. Enquanto se escolhe correr atrás dos ecos no enevoado reino sob o luar apenas a repetição mecânica é o que encontrará – a zona de conforto, a mesmice e a constante repetição daquilo que talvez anseie em ir adiante.

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  • ALQUIMIAS DO “SANGUE

    “Cada vez mais assim penso. Cada vez mais ponho na essência anímica do meu sangue o propósito impessoal de engrandecer e contribuir para a evolução da humanidade.”

    Fernando Pessoa

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    “Pessoas inspiram ou drenam você, escolha-sabiamente”

    Hans F.Hansen

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    Na Cosmovisão Vampyrica escrevemos “Sangue” como uma metáfora para a indestrutível força da vida e para com todas nossas relações pessoais e coletivas junto a esta potência – como nos aproximamos e como nos distanciamos; como sorvemos e como deixamos onde está e intocável; o que nos alimenta, provendo sentido e regojizo, bem como deleite e refrescância derrubando como um imprevista lufada de vento todos castelos de cartas ou de areia que erigimos para assegurarmos a validade de pequenas ou relevantes transgressôes. O “Sangue” é aquilo que vivemos e não aquilo que idealizamos. É provarmos na totalidade a fisicalidade e o mistério dos nossos atos, bem como as consequências daquilo que escolhemos cristalizar, trazendo da realidade não-ordinária para a ordinária, do atemporal para o temporal nossos intentos e planos. Líricamente é vivermos o mistério e o desconhecido, trazer da escuridão para a luz… dentre tantos milhões de infindáveis escolhas do que trazer e do que cristalizar, aprendermos a reconhecer com transparência e visão adamantina aquilo que alcançamos, porque temos afinidade e carregamos as devidas correspondências que atraem e permitem que seja daquela forma – e não de outras – mas que depois de realizado pode ser modelado e desvelado com maior refinamento no futuro. Pense no artista pintando sua tela, no músico tocando sua guitarra (ou violino) ou no Dj lapidando seu Djset. Pense no saborear tal momento seja como o executor ou como o apreciador e tudo aquilo que antecede, acontece e o que permanece daquele momento…Eis o “Sangue”.

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    A primeira parte ressoa como auto-ajuda ou excessivamente poética e pouco prática.Ainda assim oferece com ipsiedade uma visão e por extensão um arcano, que permitirá aos mais aptos desenvolver melhor tal conteúdo. Neste ponto temos que diferenciar o que é “Sangue” ou indestrutível força da vida que delineamos inicialmente daquilo que é apenas “potêncial” ou ainda “força de atração” e até a infâme noção de “energia psiquica” tão usada indisciplinarmente ao longo da cena. Em linhas simples o “Sangue” é aquilo que você viveu com integridade, aquilo que aconteceu na prática – enquanto que o potencial, força-de-atração ou energia psiquica tem o gosto de idealização, expectativa, ansiedade, sabor do que acabou sendo ou do que você gostaria que tivesse sído e até mesmo do que poderia ser se fosse de outro jeito. O “Sangue” nutre, satisfaz, íntegra e alimenta o “espírito”, já potencial, força-de-atração ou energia psiquica a maior parte do tempo apenas consome, drena e tira você do momento corrente. Note que ambas e a qualidade das mesmas dependem do seu grau de desenvolvimento, frequência, pulso e mapa de realidade – e há lugares onde uma as vezes é mais apropriada do que a outra. Mas em todo caso as duas tem seu custo e suas consequências práticas da sua utilização – tente não estagnar ou enfiar uma estaca limitante nelas. Neste ponto é importante se pensar que se você integra ou desenvolve um trabalho de espiritualidade ligada a Cosmovisão Vampyrica você “e todos os seus” são alinhado e ativados junto a força do “Sangue” que descrevemos aqui e conforme prova mais e mais dele com habilidade, praticidade, justa-medida e algum pudor e humildade nos sentidos mais gregos possíveis vem a se potencializar e se desenvolver – o tal do “Despertar” no jargão vampyrico – e as diferenças são perceptíveis em relação as pessoas que ficam apenas no “potencial”, força-de-atração e energia psiquica – como bem percebemos e notamos no cotidiano.

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    Observe que aquilo que nomeamos como “potencial”, força-de-atração ou energia psiquica oferecem condições interessantes de trabalho e em geral livros como “O segredo” e outros livros de auto-ajuda bem como uma utilização superficial e limitada de runas e tarô podem fornecer bons insights neste campo. A própria terapia em geral atua bastante nesta questão assim como as jornadas de resgate de auto-estima e poder pessoal tão em voga nos consultórios holísticos atuais. Seu ponto falho é que metafóricamente ela funciona como seu reflexo no espelho, é você lidando apenas consigo e com aquilo que carrega – muitas vezes projetando sobre plataformas ou agentes ou ainda terceiros seus próprios conteúdos e cargas.

    O infâme vampirismo psiquico, parasitismo psiquico operam neste campo bastante comportamental buscando reclamar para sí aquilo que não cultiva e coisificando terceiros – apenas para sentir-se exercendo controle sobre os tais por deter aquilo que os fazem pensar que precisam – apenas covardia de se relacionar com expontaniedade e nada mais – ou a tal da menina ou menino-flor, as cartas reais dos arcanos menores do náipe de copas quando descompensadas ilustram bem tais fragmentações humanas. Todo este pesaroso “mi-mi-mi” é exclusivamente pertinente a este tema da potência, força-de-atração e energia psiquica – basicamente guiado pelo sugestionamento, influenciação e didáticas de poder social pautadas em popularidade e demais valores muito rasos e insalúbres. Se algo é passivo apenas do aprendizado intelectual ou de citações rasas sem qualquer vivência, ou apenas de uma utilização desprovida e alegórica – suprimindo o tom contemplativo e objetivando algo lógico, conceitual, ausente de figuratividade ou de imaginatividade – temos o caso clássico de potência, força-de-atração e energia psiquica, se virar manual de instrução ou dogma, morre! Note que o “Sangue” pode até ser explicado nestes termos, mas ainda assim será apenas uma descrição e não a ação ou vivência correspondente.

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    O “Sangue” não permite e não se alinha com a construção de castelos de cartas ou de areia e nem limitações de idealização e projeções de qualquer gênero. Ele que alimenta o “Dragão” ou simplesmente o Daemon de cada um – herdado da linhagem familiar e do seu desenvolvimento pessoal – sem excessões. O “Sangue” que ativa e transmite os “carismas” ou “dons” individuais e mesmo seu DNA Espiritual ou ainda hierarquia do espírito.Tal processo desvela aquilo que você realmente carrega, do jeito, amplitude e forma como escolhe carregar.O tempo de trabalho apenas o refina mais e mais, mas não coloca nada que nunca esteve alí e tampouco corrompe algo qualquer outra coisa que você venha-a-ser.Claro que tal artigo não pretende ser um manual de instrução e nem algum tipo de texto sagrado – afinal ambos seriam enfandonhos e contrários ao ethos Vampyrico. Como podemos administrar tal força indomável e que jaz alí no cerne pulsional do nosso ser?

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    Um olhar adamantino, uma consciência transparente daquilo que carrega, alguma empatia e razoável gentileza são boas armas e ferramentarias para lídar com tal dragão. Nada está escondido ou oculto do seu próprio olhar, pode apenas parecer inoportuno ou que outras escolhas rápidas satisfaçam mais imediatamente do que trilhar alternativas mais densas e trabalhosas. Cessar de eleger agentes e terceiros como responsáveis pelo que acontece na sua vida, também ajuda. Perceber que lição ou maldição são resultados apenas da forma como escolhe olhar e tocar as situações do seu cotidiano são uma boa dica. Meditar diariamente e ter um tempo próprio para realizar suas próprias afirmações é fundamental, assim você alinha tal “dragão” com seu eixo axial próprio e percorre um caminho mais fundamentado.

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    Pois como acontece atrás do teu olhar e no teu peito, acontece e reflete diretamente aquilo que você está carregando ou escolheu carregar, se alimentar e interiorizar do resto do mundo – mas claro você pode transformar tal valor ou expressão se vai ser algo a lhe consumir ou a torna-lo refulgente vai da sua própria capacidade, chumbo ainda pode virar ouro – e dragõe guardam cavernas escuras repletas de tesouros. Há apenas um eixo e isso descobrirá com o tempo. Saber a hora de abrir e de fechar a boca, não sorver das idéias e das prática que discorde ou contrarie tua índole, deixando de ser presa fácil do mecanicismo, conformismo, apatia e superficialidade imperantes – por as vezes cremos que o “mundo é assim” ou que tal artificialidade seja “natural” corremos o risco de agirmos assim pois tais valores estão alí camuflados na gente também. Cultive sua própria beleza, tempo e singularídade – o que inevitavelmente lhe levará a aprender escolher o tempo de permanência em sua vida de algumas pessoas e os vouchers de confiança que concede a cada um bem como sua revogação. Neste sentido há quase uma década o Círculo Strigoi (www.vampyrismo.org/circulostrigoi) pode prover aos leitores e leitoras mais aptos e ávidos a ferramentaria e assessoria apropriada em seus diversos cursos, treinamentos e atendimentos. Há muito mais sobre o tema que será desvelado em futuros artigos.

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    Apesar da nossa embriaguez,

    mostramo-nos

    mais equilibrados e serenos.

    Imenso é o abismo

    que separa a nossa da vossa gente.

    Nós, sorvemos o sumo da vida,

    e vós, arquitetais leis e decretos

    para sugar a seiva das vossas vítimas.

    Procurai ser justos e respondei:

    Somos nós ou sois vós

    quem faz correr sangue humano?

    Rubaiatas – 12ª a 17ª

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    Acréscimos indispensáveis:

    * Vale dizer que há muita desinformação sobre termos e jargões da cena em sites brasileiros e estrangeiros bem como em diversas publicações supostamente internas do vampirismo ou Vampyrismo como prática espiritual ou ocultista.Muitas pessoas interpretam denotativamente (ao pé da letra) o que pertence ao conotativo (interpretativo); sem uma formação apropriada – poderíamos apontar nomes de indivíduos pomposos que apenas reclamam títulos e armazenam “potencial” mas que apenas vivem detrás de seus monitores escrevendo daquilo que não tiveram acesso formal e sequer alcançaram em suas jornadas, escrevendo de orelhada mesmo; assistiremos muitas distorções e transgressões – as mais conhecidas envolvem pensar que tudo isto depende de ingerir sangue orgânico ou ainda interpretar termos como “sanguinarium”, “sanguinariam”, “sang vamp” e afins como bebedor de sangue – quando na realidade e vida prática estes termos apenas se referem a noção inicial de fazer parte ou integrar o “Sangue” – integrar ao que chamamos de Cosmovisão Vampyrica ou Cosmovisão Vamp – ou quem sabe Espíritualidade Vamp (Isto nada tem a ver com canibalismo de qualquer tipo, sacrifícios de animais ou humanos, de auto mutilação, bloodsports e etcs).

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    ** Note que não nos referimos e tampouco contestamos aqui as práticas ou fundamentos de religiões com alguns milênios de atividade initerrupta que demandam sacrificios específicos de animais de abate ou corte ou ainda cortes planejados em seus careter iniciático e práticas devocionais. Expressamos nosso profundo respeit

  • SOBRE O CASAMENTO GÓTICO EM RUBIM, LÁ EM MINAS GERAIS…

    Expresso minha solidariedade ao casal de góticos Wesley e Fernanda da cidade de Rubim(MG), o que importa no casamento é o amor e o desejo de compartilharem uma vida juntos, com estrutura e transmitirem um legado espiritual para sua descendência – seja própria ou adotada. Dizem que “Deus” é um espelho dos valores que cultivamos no cotidiano e as bençãos ou maldições – ou aprendizado das lições pelas consequências do que escolhemos fazer – vão da forma como escolhemos encarar as coisas. Sendo assim, creio que as pessoas que estão a conduzir tal campanha de ódio e intolerância ao casamento deles por conta dos seus visuais deveriam olhar para sí e por extensão respeitarem a decisão do Padre em celebrar tal união – que é o lider espiritual dos integrantes de uma paróquia ou comunidade.

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    E o mesmo Padre merece uma singela homenagem pela mente aberta e por enxergar o quadro real: dois jovens católicos apaixonados que escolhem celebrar sua união em conformidade com a religião e os valores que seguem e naquilo que vivenciam.Sou Pagão, mas creio no chamado “respeito de cavalaria” como sempre digo.

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    Naturalmente quando penso no povo que condena tal casamento e até vem a etiqueta-lo como “anticristão” ou do “diabo”; passivo de punição como aquelas que eles vem reclamarem, só me ocorre uma questão: tenho nojo do “deus” que eles insistem em projetar e modelar a sua exata imagem e semelhança. Cego e algemado a uma baixeza de espírito incapaz de reconhecer o amor – fundamento principal de todo e qualquer caminho de espiritualidade possível na face da Terra – apenas porque ele não se veste como os próprios seguidores insistem que deveriam se vestir. Onde foi parar a vivência daquela máxima que “Deus” tem lugar para todos em seus planos e o principal: “Deus é Amor!”

    Certamente, existe um tom solene na escolha dos trajes para uma cerimônia de matrimônio principalmente no cerimonial da igreja católica. E dentro das amplas possibilidades de figurinos presentes naquilo que chamamos por comodidade de Subcultura Gótica, eles vestiram aquilo que tinham de melhor e era aquilo que podiam bancar com seus esforços e presentes recebidos, já esta lindo e condizente com todo e qualquer protocolo – uma vez que o fundamento do “Amor” tem soberania sobre tudo mais.

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    Atualizado em 10.02.2014: Duas contribuições que recebí depois da postagem original deste artigo, vieram do Frater Vincent Sahjaza : Observemos que o traje negro ou com tons vinhos no passado renascentista era considerados trajes da nobreza pois o corante para escurecer as roupas era extremamente caro e um privilégio apenas dos nobres e dos membros do clero mais abastados – tanto que o famoso vestido preto usado por Ana Bollena para despertar o olhar de um certo rei Tudor foi uma das peças mais caras e luxuriosas daquela ocasião.

    Já entre os descendentes da “Pormerânia” radicados no Brasil o vestido de noiva preto sempre foi uma peça tradicional (leia na íntegra aqui) – representava o luto pela morte da filha que era removida da familia para ser adotada pela familia do marido nos significados mais comuns.Já em tempos medievais, o vestido de noiva preto era uma protesto ao direito da “Prima Nocte”, onde o senhor feudal podia desvirginar e ter o direito sobre os corpos de todas as mulheres que se casavam em seu território.Note que o casamento católico ou protestante de preto, não consiste de um atentado ao pudor e bons costumes crísticos de nenhum tipo e menos ainda de algum crime histórico comprovável.O vestido branco surgiu mesmo com o casamento da Rainha Vitória, que desejava algo diferente e a frente da sua época para a cerimônia e assim lançou a moda da noiva casar-se de branco.Há ainda quem diga que tal costume foi uma forma de se instituir o respeito pelos artesãos e artistas necessários para criarem um belo vestido.

    Torço para que Wesley e Fernanda sejam bem sucedidos e que triunfem – com seus estilos, visuais e escolhas – pois no final das contas, aprecio irremediavelmente histórias de amor que superam tais condições impostas por antagonistas que disfarçam seus melíndres e recalques com desculpas de preservarem a religião…ou melhor os dogmas…

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    Aliás para quem precisa criar um deus vingativo e punidor a sua própria imagem recomendo este texto aqui… e para os moradores de Rubim em Minas Gerais que ainda insistem que seu “deus” está tão preocupado assim com a forma que as pessoas se vestem para um casamento, deixo a imagem abaixo…

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    A matéria original que rendeu este artigo | Sugestões de visuais para um casamento gótico

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    O último Jiangshi chegando nos festivais de cinema

    Recentemente nosso amigo Marco Seschi, frequentador e participante da Rede Vampyrica e do Círculo Strigoi reparou neste filme que estará…

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    Ao longo de mais de 30 anos circulando por cenas alternativas, góticas, noturnas, pagãs, ocultas e simbólicas, uma coisa se…

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    O relato que compartilhamos vem do estimado Dylan Pegoretti, frequentador da nossa atmosfera de eventos e colaborador da Rede Vamp…

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    O Vampiro no Sul da Noite: Brasil e Portugal

    “Um convite àquilo que sempre esteve à margem”Antes de virar personagem, fantasia ou palavra, o vampiro foi sensação. Um desconforto….

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  • ANIME DREAMS 2013: Estivemos lá!

    O AnimeDreams é um dos maiores encontros brasileiros dedicado ao público Otaku e afins.Foi uma experiência interessante, afinal tanto eu quanto Xendra não conhecíamos nada sobre o tema. O evento mais parecido que havíamos visto foi uma convenção de quadrinhos chamada FestComix onde Xendra vestiu a personagem Elektra da Marvel e arrasou. Enfim, munidos com aquilo que lemos em artigos da Onçana Khimato e da Lady Astarte no portal Rede Vamp , atendemos o simpático convite que nos foi presenteado pelo Max da Editora Madras para conhecermos o AnimeDreams.Era domingo no começo de uma tarde enevoada e chuvosa – atributos climáticos que não afetavam em nada a disposição e empolgação do público que compareceu aos milhares.

    O evento ocupava quase na totalidade um grande colégio particular do bairro do Cambucy – e por lá desfilavam dezenas de “cosplays” e apreciadores de mangás, vídeo-games, quadrinhos e afins. Dentre as atrações havia um mercado de stands comercializando memorabílias de produções orientais até réplicas de katanas; também assistimos alguns inesperados “rounds” de “vale-tudo” com lutadores temáticos como “Kid Abelha” e “Sem-Noção” em um ringue profissional construído ali para o evento.Havia também um palco imenso e coberto para shows de bandas e muitas atividades em todo a estrutura do colégio(que iam desde chás de Gothic Lollitas á campeonatos de Video-Games).

    Aliás, qual não foi nossa surpresa ao encontrarmos a Lady Astarte(colaboradora do Rede Vamp) por lá também que prontamente nos recebeu e apresentou um pouco mais deste universo para nós… Ficamos admirados com a imaginação e a engenhosidade nas criações de alguns “cosplays” que estavam por lá e fizemos algumas fotos para registrarmos um pouco do que encontramos e achamos mais legal (que vocês verão na galeria de fotos anexada a este artigo).Também vimos a turma dos combates medievais e batalhas campais…e muitas outras atrações tais como Karaokês, campeonatos de jogos de cartas e outras ainda que não sabemos como são chamadas – mas que fizeram valer a pena o passeio. Nossa gratidão ao Max e a Madras Editora, pelo incomum passeio que nos proporcionaram naquele domingo…Conheçam o site do evento!

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  • Em Março: DRACULA com Vortice Dance Company

    DRACULA com Vortice Dance Company: Nos dias 15 e 16 de março, sábado e domingo, chega ao Teatro Bradesco o mais famoso conto de vampiros da literatura, DRACULA com VORTICE DANCE COMPANY. Para a criação da peça DRACULA, além de se inspirarem na obra literária de Bram Stoker, os coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço trabalham em cima de novos personagens, atuais ou não como a Baronesa Bathory, além de outras lendas e mitos. (Mas hein???) No desenrolar da peça, DRACULA assume diferentes formas, caras, animais e corpos. A essência deste ser malévolo e de muitos outros personagens é transposta para a contemporaneidade, explorando as várias formas do lado sombrio que existe em nós mesmos.Enfim, vamos prestigiar, confira a programação!

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  • A Educação Sentimental do Vampiro(Teatro Sesc-Paulista)

    Uma peça de teatro que foi bastante elogiada na mídia paulista foi a “A Educação Sentimental do Vampiro” dirigida por Felipe Hirsch com textos de Dalton Trevisan, é muito boa. O universo de taras, crimes e violências do Vampiro de Curitiba é traduzido numa linguagem gráfica bem apropriada, que é o elo entre diretor e autor. A encenação parece mistura de graphic novel (romances em HQ) com filme noir, cheia de ousadias no trabalho dos atores, da cenografia e da iluminação, para não falar da trilha sonora(que vai de Bartók e Schoenberg a bolero e tango). A seqüência do cinema é memorável, e também aquela em que Nelsinho (Guilherme Weber, ótimo como todo o elenco da Sutil Companhia de Teatro) tenta vencer a impotência. Piadas e histórias breves se alternam com as mais longas, por isso em raros momentos a atenção se perde. Experimental e popular ao mesmo tempo, a montagem nos faz pensar num Nelson Rodrigues visto por Gerald Thomas, mas sem moralismo nem pedantismo. Em Dalton, as chamadas perversões não são busca de redenção; são inextricáveis do ser humano, como um daltonismo moral. Dessa terra e desse estrume é que nasceu esse verbo.Esteve em cartaz no ano de 2007 em SP no teatro do SESC

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  • VAMPIRA (de LeoLamas com Paula Micchi)

    Uma das intervenções teatrais mais legais da história de São Paulo foi o monólogo “VAMPIRA” Com um humor irônico típico de histórias em quadrinhos, a vampira Melaína se dirige à platéia em tom de conversa e jura ser uma vampira de verdade a espera da chegada dos outros da sua espécie, que estão assustados e estão vindo para assistir à sua morte. Melaína, de dois mil e poucos anos de idade, está morrendo de uma doença rara entre os vampiros. Sarcástica e profunda conhecedora de toda filmografia e literatura vampiresca criada pelos humanos, Melaína convida a todos para o grande espetáculo dessa noite: sua desintegração na frente dos olhos dos espectadores. Autor e diretor: Leo Lama

    Com: Paula Micchi Assistente de Direção: Simone Feliciano |Figurinos: Sérgio TonusAdereços: Edmar FolguerarFotos: Fernando PatrucheliApoio: Loja de Intervenção Duração: 50 minutosFICOU EM CARTAZ DE 15 de agosto até 17 de outubro de 2001 e voltou para uma breve temporada em 2002

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  • VIA LONDRES: Rede Vamp na Inglaterra e também na Europa!

    Via Londres é a coluna em video periódica de reportagens diretamente da cidade de Londres com o músico e compositor Fabio Hathock da banda Horse and Hathock – a cada novo programa, curiosidades, lugares e muita informação da clássica capital das histórias de vampiros e com uma das cenas mais estilosas do mundo! Não percam os próximos episódios e assine o Canal: www.youtube.com/user/officinav­ampyrica – para acompanhar as novidades!E aqui também no www.redevamp.com (ou www.redevampyrica.com/vialondres)

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