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  • Inkubus Sukkubus:25 anos, Tour mundial e Novo álbum!

    Love Poltergeist:Novo álbum nas lojas no dia 4 de Abril:

    Preparem-se o novo álbum do Inkubus Sukkubus será lançado na sexta feira 4 de abril e já tem nome: Love Poltergeist!

    No site da banda você já está disponível a pré-encomenda (pre-order) e ainda possibilidades de você conseguir uma edição autografada e participar de outras surpresas e promoções.

    Também recomendamos que visitem a fanpage da banda no Facebook

    _Atualizado em 1.03.2014_

    Inkubus Sukkubus comemora 25 anos com uma tour mundial

    Você sabia que 2014 é o 25 º aniversário do fenômeno Pagan-Goth que é a banda inglesa Inkubus Sukkubus? Em homenagem ao seu aniversário, a banda foi o upload de um arquivo especial de imagens para sua página oficial do Facebook .”Nós pensamos que, em 2014 é o nosso 25 º ano do aniversário, assim compilararemos uma pasta de arquivo de cartazes, comentários, fotos, etc que adicionaremos regularmente em nossa fanpage lá no facebook”

    Inkubus Sukkubus é uma banda britânica de pagan/rock gótico formada em 1989 por Candia Ridley, Tony McKormack e Adam Hender e já lançou 16 álbuns.Depois de Stevie Nicks (recentemente homenageada na terceira temporada de American Horror Story) e dos caras do Blue Oyster Cult (sempre lembrados pelos caras do HIM) creio que esta é uma das bandas com a maior quantidade de temas pagãos em suas músicas de todos os tempos.

    No quesito “ativismo” e “devoção” seus membros – que aliás são Candia Ridley(Vocais&letras);Tony McKormack(Violão, Produção, Composição, algum Vocais) e Adam Henderson (baixo) – assumem publicamente sua espiritualidade bruxa e que inclusive realizam ritos e feitiços para empoderarem suas músicas e apresentações.

    Será que eles tem algum sortilégio ou feitiço que prometa trazê-los para o Brasil nesta tour comemorativa de duas décadas e meia da banda? Eu suspeito que eles tem, mas disso não falarei ainda!

    Imaginem todo mundo cantando em coro: _Isis, Astarte, Diana, Hecate, Demeter, Kali e Inana…_

    Você curte o som do Inkubus Sukkubus sempre no evento Fangxtasy The Authentic Vampyric and Gothic Night a cada bimestre no Poison Bar & Balada e também com regularidade no programa Vox Vampyrica todas as quartas-feiras das 22h a 0h aqui no REDE VAMP!

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  • COMIC CON EXPERIENCE no Brasil em Dezembro!

    “Estamos trazendo a experiência da Comic-Con ao país para atender à demanda crescente do publico brasileiro por um evento de nível internacional que reúna as principais áreas da cultura pop”, afirma Pierre Mantovani, diretor geral do Omelete. “É o resultado de vários anos de planejamento, fundamentais para realizarmos uma comic-con à altura da expectativa dos fãs, dos expositores e de mais de 30 patrocinadores que já garantiram presença no evento”, complementa Ivan Freitas da Costa, sócio-fundador da Chiaroscuro Studios e um dos organizadores do FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, um dos maiores do gênero no mundo.**[Fonte Omelete](http://omelete.uol.com.br/comic-con-experience)**

    Há muito tempo que aqui na Rede Vamp nós advogamos publicamente toda a vastidão do gênero Vamp em diversos territórios da produção cultural que vão desde a literatura, cinema, teatro, música, decoração, criação de figurinos, games, quadrinhos, teatro, drama, performances, danças exóticas e muito mais – tanto no viés ocidental (nos figurinos e moldes presentes nos integrantes da Subcultura Vamp em nossos eventos) quanto oriental (cosplays/animes e otakus) e bem expressos a sua própria forma tanto na vertente fashionista quanto da cosmovisão.

    Saber que teremos agora no Brasil um evento com a proporção de uma “Comic Con Experience” é sem dúvida uma ocasião que devemos celebrar – basta observarmos os videos e os docs que aparecem da ComiCon San Diego que teremos uma noção do mercado que se abrirá e bem como do contato humano e das possibilidades de alianças e de obtenção de novos recursos e colecionáveis para todos nós que também apreciamos o elemento “Vamp” em nossas vidas. Isso sem falar nas possibilidades de encontros com artistas internacionais que interpretam nossos personagens favoritos em diversos seriados. Particularmente fico na torcida para que venha alguém do True Blood e do American Horror Story – e mesmo não curtindo muito o The Vampire Diaries tenho certeza que os contingentes de fãs são numerosos e interessantes…Enfim, boas vindas Comic Con Experience, nós da Rede Vamp saudamos esta iniciativa e esperamos que nosso público também seja contado e lembrado na hora de vocês elaborarem e escolherem as atrações!

    O evento ocupará 17 mil metros quadrados do Expo Imigrantes, localizado a 900 metros do da estação Jabaquara do Metrô, em São Paulo. Informações sobre programação, valores dos ingressos e data de início das vendas serão divulgadas ao longo dos próximos meses. Para saber mais novidades, siga os perfis da Comic Con Experience no Twitter e no Facebook. No site oficial do evento tem mais novidades e você pode visita-lo bem aqui!

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  • DRAKUL(Dir: Roberto Mallet)

    Outra peça teatral desta época foi a “DRAKUL”, a história fala sobre (…)Renfield, o proprietário de uma imobiliária que é utilizado pelo Conde Drakul para entrar na cidade de Londres acaba louco, internado no manicômio da cidade. Morto o mestre, Renfield, trancafiado em sua cela, rememora ininterruptamente a vida, paixão e morte do Conde. Por sua intermediação Jonathan foi à Transilvânia a fim de vender um casarão londrino para Drakul. Drakul bebe o sangue de Jonathan e abandona-o em seu castelo, dirigindo-se em um navio para Londres. Ele está fascinado por Mina, mulher de Jonathan – quer conquistá-la e ter dela sua eterna companheira. Com a sua chegada em Londres, desencadeia-se uma peste na cidade. Lucy, amiga de Mina, encontra na biblioteca municipal um livro sobre vampiros que explica os acontecimentos nefastos que se desenrolam em Londres e o desaparecimento de Jonathan. Entrega-o a Mina, que descobre nele a maneira de vencer o vampiro – uma mulher de coração puro deve entregar-se ao Conde para que ele esqueça a hora e seja surpreendido pelo nascer do sol, que o destruirá.(…)

    Drakul Ficha Técnica: Direção: Roberto Mallet Dramaturgia:Mario Santana e Roberto Mallet Texto:Mario Santana ESTEVE EM CARTAZ NOS SEGUINTES LOCAIS: -6º Festival de Teatro de Americana – Americana (SP) 20 de setembro de 2002 -Centro Cultural São Paulo – São Paulo (SP) 13 de abril a 30 de junho de 2002 -Reflexos de Cenas – SESC – São Paulo (SP) 27 de novembro de 2001 (pré-estréia) – Oficina Cultural Amácio Mazzaropi – São Paulo (SP) 6, 13 e 20 de novembro de 2001 (pré-estréias)

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  • A CASA DO TERROR 2 (Teatro Vampiresco em Curitiba)

    Em Curitiba teremos a exibição da peça teatral A casa do terror 2, nela o Mestre das Trevas, precisava de uma virgem para aplacar a sua ira pela humanidade. Só com uma virgem nos braços ele poderá deixar em paz todos na face da terra. Uma doce velhinha, moradora dessa CASA, conta para a platéia, toda a sua dor e desespero de estar ali. Ela narra como foi parar ali dentro e todo o sofrimento que passou e ainda passa. A velhinha a primeira virgem volta no tempo e mostra como tudo aconteceu.

    Por ordem do MESTRE, os moradores da CASA, saem em busca da VIRGEM. O Vampiro, sempre enrolado, trás algumas mulheres nadavirgens para a casa, e acaba as transformando em Vampiras. Até que sem querer, atrai a VIRGEM para a CASA. Ai a confusão está feita! Mortos vivos, vampiros e seres das trevas fazem de tudo para ter certeza que a menina é realmente virgem! Até que se comprova e o mundo está salvo. E a menina acaba indo parar nos braços do MESTRE. A velha , que um dia foi virgem conduz a narrativa até o final, sempre com muito humor.Texto e Direção: João Luiz Fiani ESTEVE EM CARTAZ NA CIDADE DE CURITIBA EM MEADOS DE 1995 E RETORNOU EM 2002

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  • O VAMPIRO CONTRA CURITIBA (2006)

    Lá em Curitiba em 2006 tivemos a peça teatral “O VAMPIRO CONTRA CURITIBA” com textos de Dalton Trevisan, direção de João Luiz Fiani. Alguns dos principais personagens de Dalton Trevisan desfilam em 18 contos selecionados pelo próprio autor. No elenco: Marino Jr., Jader Alves, Sônia Bacila, Carolina Mamarella, Marcyo Luz, Glaudiane Krul, Adriana Sottomaior e Andressa Marques.

    “O espetáculo foi montado a partir de contos selecionados pelo próprio Dalton e com a aprovação final dele, partimos para os ensaios propriamente ditos”, explica João Luiz Fiani, diretor do espetáculo.O universo de Dalton Trevisan é riquíssimo, personagens dotados de grande magia, mas ao mesmo tempo absolutamente simples, com os sentimentos mais normais de qualquer ser humano.

    Dalton situa seus personagens em uma Curitiba da qual ele tem saudades, do tempo em que se podia passear tranqüilamente na Rua XV ou na Praça Tiradentes, porém também é focada a Curitiba, moderna “feita pra turista ver”, nas palavras do conto “Curitiba Revisitada”, que abre o espetáculo.Da “Cia. Máscaras de Teatro”Esteve em cartaz de novembro de 2006 a maio de 2007 no teatro Lala Schneider em Curitiba

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  • VAMPIRIA DE TACOS

    Encenada a peça teatral VAMPIRIA entre os anos de 1990 a 1993 mais conhecida como Vampíria de Tacus – direção de Carlos Gregório, no Teatro de Lona da Ilha do Governador, RJ. Seu elenco contou com a participação do ator e autor paulista Dionisio Azevedo.As informações disponíveis são bem escassas mas ela esteve em cartaz entre os anos de 1990 e 1993 – Vampíria – Texto: Aloízio Azevedo (Tacus) – Direção Paulo Moraes, Personagem: Roberto Haathner:Vovô Vlad

    “VAMPÍRIA” conta a história da última família de vampiros da Transilvânia que, em virtude de sua decadência são explorados pelo Presidente da Valáquia. Obrigados a trabalhar como “vampiros de demonstração“ em seu próprio Castelo, a família torna-se uma atração turística bastante rentável para engordar os cofres do Governo Valaquiano. Depositam em seu filho caçula as suas últimas esperanças para salvar a família VOIVODA e perpetuar a linhagem dos VLAD TEPES.

    Ainda em 2007 encontramos este outro espetáculo teatral:*Vampiria de Tacos” no Rio de Janeiro, um remake da peça da década de noventa realizado em 2007 “VAMPÍRIA” conta a história da última família de vampiros da Transilvânia que, em virtude de sua decadência são explorados pelo Presidente da Valáquia. Obrigados a trabalhar como “vampiros de demonstração“ em seu próprio Castelo, a família torna-se uma atração turística bastante rentável para engordar os cofres do Governo Valaquiano. Depositam em seu filho caçula as suas últimas esperanças para salvar a família VOIVODA e perpetuar a linhagem dos VLAD TEPES.Contudo, um detalhe… O jovem vampiro só quer saber de ser cantor e detesta sangue!Está feita a confusão!…

    Este espetáculo contribui junto ao HEMORIO numa campanha de esclarecimentos e incentivo à Doação voluntária de Sangue. Hoje, apenas 1,8% da população doa sangue regularmente, quando o ideal seria 5% da população sendo adepta à essa prática. As pessoas não são educadas adequadamente para doar sangue. Pouco é discutido em escolas e universidades. Ao mesmo tempo os bancos de sangue não recebem doações suficientes para atender à demanda.Para se ter uma idéia, o HEMORIO, que distribui sangue para mais de 200 unidades de saúde do Estado, recebe em média 300 voluntários por dia, mas tem capacidade para atender o dobro.

    E NÃO ESQUEÇA…

    Doar sangue é seguro e quem doa uma vez, não é obrigado a doar sempre.No entanto, é muito importante que pessoas saudáveis doem regularmente.Se você quer ser um doador voluntário de sangue ligue para o DISQUE SANGUE: 0800 282 0708, ou entre no site (www.hemorio.rj.gov.br) para saber o endereço dos outros postos de coleta. O HEMORIO funciona todos os dias (inclusive sábados, domingos e feriados) das 7 às 18 horas e fica na Rua Frei Caneca, 08 – Centro, ao lado do Campo de Santana.ESTEVE EM CARTAZ NO Centro Cultural Suassuna NO RIO DE JANEIRO NO ANO DE 2007

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  • Vampiros em Brasilia

    Na cidade de Brasília tivemos encenações vampirescas de uma trupe de atores e góticos devidamente caracterizados que ganharam amplo destaque na internet e na mídia local: “O cenário do Landscape Pub não poderia ser mais apropriado para tão sinistro encontro. Localizado no alto de uma colina no Centro de Atividades do Lago Norte, a casa é rodeada por morcegos que habitam as árvores das redondezas e não cessam de dar voos rasantes. Luz mortiça e caixas de som liberando trilha sonora futurepop da banda alemã Blutengel deixaram o clima “sobrenaturalmente” armado, quando, do meio da penumbra, a silhueta de um vampiro começa a se desenhar. Ele se aproxima e é cada vez mais amendrontador. A figura, com confiança, está pronta para abordar a vítima. Braços estendidos e… Confira matéria na íntegra, no site!

    “Eu tive a oportunidade de conferir o trabalho deles em março de 2010 durante o evento Black Blood Vampyric Party lá em Brasilia: Pouco antes da uma da manhã tivemos a esperada performance da trupe do “Theatre Gotique” – que poderia ter sido ainda melhor se eles tivessem optado por usarem microfones para ampliarem ainda mais as suas vozes.Mas este é um equívoco comum em toda parte das encenações teatrais alternativas do Brasil.No entanto o efeito visual da pirofagia, suas capas e fortes palavras de efeito cativaram o público e foram bem aplaudidos.Penso que iniciativas cênicas como estas deveriam se tornarem mais frequentes através de todas as cenas regionais do Brasil.Inclusive com este trabalho, os meninos conseguiram algum destaque e atenção da imprensa local no ano de 2010 e eles têm planos de ampliarem seus repertórios e performances.Faço votos de boa sorte para todos eles e também que o autoproclamado líder da trupe aprenda a falar português corretamente – pois ele se atrapalha demais com os pronomes e os “maneirismos” de outras épocas.(…) “confira fotos e texto na íntegra!

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  • Vampyros, Vampyras e Espelhos: Reflexos e Transparências

    Dizem que o vampiro das histórinhas e do folclore não tem reflexo no espelho e que também não tem sombra.Muito já foi escrito sobre isso.Alguns contos muito recomendados sobre este tema integraram a obra Vampiros no Espelho da escritora paulista Giulia Moon publicado no começo do século XXI.Uma obra que merece a leitura de neófitos e veteranos da Subcultura Vamp pelo lirismo e delicadeza da autora em cada sentença…Mas neste artigo irei abordar outros temas…

    Penso que aspirantes e integrantes da Cosmovisão Vampyrica possam buscar algumas palavras a respeito deste tema de Espelho, Reflexo e Transparência.Então, armado de algum lírismo e boa prosa digo que chega um tempo nas escolhas da vida, que devemos simbólicamente aprender a não mais nos refletirmos nos espelhos dos outros.Devemos aprender a pararmos de buscar a sí em terceiros, espelhos tão deslocados e desfocados…

    Não precisamos fazer de conta que aquilo que temos de mais íntegro ou fragmentado esteja em outras pessoas.Não precisamos mais de agentes e no final das contas é isso.Claro, ainda assim seremos espelhos para terceiros mas quem sabe assim possamos aprender que aquilo que alguns culpósamente insistem em refletirem e jogarem sobre nós, é apenas e tãosomente deles.É como aprender a recusar presentes e tirarmos de nossas vidas pessoas que não sentimos afinidade, convergência ou concordância com seus valores e atitudes depois de termos provado, vivenciado e reconhecido seus padrões.

    No Jardim-Selvagem que vivemos, a vida muitas vezes se compara a um mercado de escolhas boas e ruíns, sortes e revérsis – causados por nossas escolhas mais íntegras ou mais fragmentadas.Deuses e Deusas, Dragões e Daemons apenas abençoam ou amaldiçoam para que as coisas venham no devido momento.Mas se pararmos para esperarmos será conformismo e este traz apatia – e logo vêm a barbárie…se tentamos passar sobre tudo também é uma desmesura.Em tons líricos (e que falam ao meu coração de forma Dracônica) uso palavras mas prefiro as imagens e as ressonâncias que evocam, falo para a alma de cada um (quem tem, tem!).

    Através da antiguidade (ou daquilo que sinto como raízes da minha vida) vivêncio que valores imortais como o amor, honra, caráter e virtude são sinônimos uns das outros.E que vem ao nosso encontro e que podemos escolher cultivar e assim alçarmos alguma integridade e capacidade de nos integrarmos com afins e convergentes.É aquilo que aglutina e só permite que fique o que tem transparência.O que não tem se esvai.

    A transparência nada mais é do que um jeito oriental para nomearmos o que é nomeado como vontade dos místicos ocidentais ou pulsões dos mapeadors da mente moderna.E outras palavras como destino, sína e fádo nada mais são do que a complementaridade daquilo que é sustentar em nossa velocidade, intensidade, peso, carga e expressão o nosso amor, honra, caráter e virtude com transparência perante sí…e reconhecendo que percebemos mais e mais – ou que ainda recebemos mais e mais – em nossa vida aquilo que cultivamos conscientemente ou inconscientemente…como guardar uma chama através da noite…

    Aliás posso lhe assegurar que o sabor de viver com transparência perante sí é doce como o do mel vermelho-sangue.Aquele que nunca azéda em nossa vida mesmo quando nos jogamos nos redemoinhos azedos e amargos das encruzilhadas da vida que temos que passar – por escolhermos vir-a-ser e assim protagonizarmos nossa vida.Um dia a morte vêm, o destino se cumprirá e o que teremos e deixaremos é apenas o que fomos e do jeito que acabamos sendo…sem culpas e sem arrependimentos.Aprender a viver é aprender a morrer como diria DaVinci.

    Que amor, honra, caráter, virtude e transparência possam encontrar a cada um de vocês, como também me encontrou nesta vida.Alguns podem imaginar, mas são tais inspirações e expressões que nos encontram ou seremos nós que devemos buscar pelas tais?Enfim, Vampyros e Vampyras vamos aprendendo a desenvolver nossa transparência e deixando de buscar reflexos, recompensas e culpas em tantos espelhos de terceiros…afinal de contas cada espelho é pessoal – e para cada um -mas ainda assim um espelho.

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  • NÃO HÁ BUSCAR, APENAS ENCONTRAR

    “Não podemos escolher as alegrias e terrores que devemos encarar, mas podemos escolher encará-los calmamente. Esta é nossa liberdade.”**A Irmandade de Odin, de Mark Mirabello**

    Na Cosmovisão Vampyrica a idéia é que não Há Busca de Sí – Apenas Encontrar e Reconhecer Aquilo que Encontrou e se está lá é porque você deixou ficar onde está. O segredo resíde no olhar e não naquilo em que deitou o olhar.Está na forma como você olha, que expressa como você sente, carrega, desenvolve – bem como o grau, densidade, tamanho, qualidade, sabor e outros atributos.Estes muitas vezes não correspondem ao que podemos presumir e idealizar, daí há uma reação de fuga e de não aceitação ou ainda a costumeira ação de culpar terceiros ou eleger agentes fisícos ou metafisicos para culpar por tais mazélas e reclamar punições para os tais…mas porque eleger inimigos e oponentes que nada mais são do que o próprio olhar e a forma como escolhemos nos aproximar daquilo que pensamos ser acusados. Enfim, a chave jaz no decidir o que fazer a respeito.O Veneno de um é a Cura do outro, ou viceversa…A meditação budista Vipasama tem conceitos interessantes sobre “buscas”:Vipassana é um caminho de autotransformação que utiliza a auto-observação. Foca a profunda interconexão entre mente e corpo, que pode ser experimentada diretamente pela atenção disciplinada às sensações físicas, que, por sua vez, constituem a vida do corpo e continuamente se interconectam e permitem a vida da mente. É essa jornada de autoconhecimento baseada na observação — que objetiva a raiz comum da mente e do corpo — a responsável pela dissolução das impurezas mentais, resultando numa mente em equilíbrio, cheia de amor e compaixão.

    As leis científicas que regulam os pensamentos, sentimentos, julgamentos e sensações se tornam claras. Pela experiência direta, compreende-se a natureza de como se progride ou regride, como se produz ou se liberta do sofrimento. A vida começa a se caracterizar por consciência, libertação de ilusões, autocontrole e paz cada vez maiores.

    “Somos todos prisioneiros, cumprindo prisão perpétua, presos em nossas próprias mentes”.

    Sempre buscando algo somos prisioneiros de nossa raiva, de nossos medos e desejos.Existirá alguém que não corra de um ponto ao outro, para conseguir algo que não é seu?Existirá alguém que não deseje, pelo menos uma vez, ferir quem lhe feriu?Há uma linha tênue que nos separa dessas pessoas que nos encaram de dentro de suas celas.A mesma coisa que não vamos além dos limites que nos foram ensínados – o limite da ação.Dentro de nossas mentes somos criminosos em potencial.

    Sensação corporal como forma de acesso e chave para entender a mente; perceber virtudes, vícios, alegrias; concentrado abaixo das narinas pode ir para dentro e sentir as sensações – consciência continua mas sem reagir a elas. Encontrar aquilo que o mundo faz ecoar em sí.Observar aquilo que vai e vem – e como nada é permanente – observar objetivamente todas as sensações do corpo quaisquer que sejam e não reagir, afinal tudo é impermanente. Aprender na própria medida através das sensações fisícas, manifestas pelas emoções/afetos – não são seres abstratos, mas são impermanentes – a forma como você reage automáticamente a eles pode mudar.Entre Expressão ë Supresão existe a auto-observação;

    Deixando as belas paisagens do distante oriente e explorando agora o oriente médio em uma outra época temos a atraente noção dos sufís (místicos muçulmanos) a respeito do Futuwah, um código de ética e também uma regra de cavalaria.Primeiro observamos que este código prioriza a atividade do cavaleiro como, observemos a visão islâmica: _“(…)O esporte no ocidente é uma atividade comercial, competitiva, que infla o egoe propõe uma ascensão social materialista. Até mesmo o desenvolvimento físico,inerente da prática esportiva, está comprometido pelo uso de suplementos químicos ehormonais.A prática da “ furusiyya”na tradição islâmica, prioriza a honra, a colaboração, o companheirismo, a generosidade. Trabalha com artes voltadas para odesenvolvimento interno e a participação da comunidade. Além disso, as atividades recomendadas desenvolvem a intuição, a percepção (“ fitra”), qualidadeshumanas necessárias ao aperfeiçoamento da Adoração ao Criador. Um exemplo evidente se encontra na arquearia. No Ocidente o arco é um mecanismo altamente aperfeiçoado, e o objetivo da arte é acertar no alvo derrotandoos outros competidores.Na Tradição do Profeta de Deus, nos remete a uma arquearia intuitiva, e não competitiva._

    _“Qualquer um que atirar uma flecha no caminho de Deus, tanto se elaatingir o alvo ou não, mereceu a mesma recompensa…”**Relatado por at-Tabarani,ouvido por Anas ibn Malik.**_

    O termo “furusiyya” tem dois significados complementares. No primeiroessencialmente abrange a Sunna do Profeta de Deus (SAWS) em relação as habilidadesguerreiras em equitação, esgrima, arquearia, corrida a pé, natação e luta sem armas. No segundo significado, considerado em um sentido abrangente, o desenvolvimento dequalidades como a honra, a percepção (“fitra”), a generosidade, o valor, o altruísmo, ocompanheirismo, qualidades inatas no Profeta de Deus (SAWS), em seus Companheiros eseus seguidores nos tempos do início da expansão islâmica. Estas qualidades foram, num período posterior, institucionalizadas em dois códigos:“futuwwah”- código de conduta cavalheiresca; e “khushdashiyya” código de lealdade – que englobava virtudes como coragem, valor, magnanimidade e generosidade. Já a “Fitra” palavra árabe de difícil tradução, significa intuição, percepção, inspiração, senso comum. Virtude inata da natureza humana, concedida por Deus, o Benevolente, que quando não obscurecida pelos pecados do homem, lhe permite, com a Ajuda de Deus, ler o Livro da Natureza, e chegar à adoração do Criador pela observação de Seus Sinais na criação.

    De fato tudo que pertence a “Futuwwah”, na tradição islâmica, esta conectado com o Conhecimento Supremo. “Entretanto, a verdadeira “Futuwwah” é nada mais mas nada menos que arealização da radical indigência ontológica do homem, com a destruição do ego ilusório, desvelando, o que é e sempre será, a Realidade Única.Junto com o caminho que leva a este fim, o cavaleiro precisa primeiro aprender a não amar seu ego, e por isto durante seu noviciado, o sheik ensinará ele a amar os outros acima de seu amor próprio, e Deus acima de tudo. Mas assim que o objetivo é alcançado, ele descobre que o segredo do aprendizado é que ele não tem ego, e que se estava apegando a um sonho. O ídolo é reduzido a uma insignificância,tanto o “eu” como os “outros” cessam de existir. Para ele, os desafios do combateespiritual se tornam agora , como a fornalha para Abraão descanso e paz.”

    “A maioria das pessoas são outras pessoas. Seus pensamentos são as opiniões de outra pessoa, suas vidas uma mímica, suas paixões uma citação.” **Oscar Wilde**

    *Trechos em itálico remixados desta obra!

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  • DESHONRA: aqueles que se vendem para sentirem-se aceitos

    “Aquele que come à sua mesa e a desonra, aquele que traz a injúria ao seu lar, bem como, aqueles que se banqueteiam na mesa do seu inimigo a falar de ti, comprazendo-se com seus adversários na esperança da sua derrocada; são todos iguais aocão ingrato, que tendo recebido inúmeras vezes a abençoada comida da mão de seu Mestre, morde-a no momento de traição; há estes, deve o senhorio abrir as postas do fundo e ao peso da chibata, escorraçar a alma danada de ingratidão à rua escura, para que o trevoso se perca nas trevas da própria indecência e receba o único perdão merecido…o esquecimento; pois minha espada é reservada ao opositor honrado, ao guerreiro destemido e a justa verdadeira…e se o cão perdido bater a sua porta a cobrar, sempre esquecido que suas dívidas nunca assim a foram; pague-lhe em dobro no desprezo, proíba a menção do nome maculado e limpe da sua memória qualquer lembrança sobre o ser nefasto…a Regra é para o sábio, a lei para o criminoso!”**Palavras do tarólogo Roberto Caldeira**

    Pequena lição aos jovens Vamps: Quem se vende o faz porque acredita que se vendendo vai ser aceito, ter acesso e fazer parte de algo – uma bela muleta-de-egos – para se diferenciar dos outros que estão alí na mesma situação difusos, misturados, inferiores e abaixo de alguma categoria que idealize ou tome como poder dominante de um determinado meio-social. Só que esta ilusão – e o milhão de justificativas que pessoas assim utilizam: o mundo é assim/a vida é assim/você faria o mesmo/sou um predador/só deus(es) me julga(m)/tenho poder e outras insensatez – são um problema da própria cabeça deles e das suas faltas de ego de quem age dessa forma.

    De fato agrupamentos de pessoas que se reunam com este “intento” são tão empobrecidos e desprovidos de lastro ou de representatividade porque não conseguem fazer nada além de servirem de muletas um dos outros no coletivo – e no pessoal não conseguem nada além de ouvirem o próprio eco das idéias e discursos que emitem e julgarem o mundo apenas pautado em seu próprio reflexo no espelho. Tudo já está pronto, estagnado e amortecido só depende de nomes para preencherem na história ou ainda de falarem aquilo que os “caras” falam para se encaixar, se mutilar e pensar ter conquistado algo.

    No campo de espiritualidade ou de cosmovisão – o que temos é apenas um repetidor semântico, ou seja alguém que só repete copiósamente o que ouviu dizerem e nunca praticou ou vivenciou nada prático. Cujo o foguete emocional tem um combustível tão fraco que não consegue sequer ir além daquela esfera – também partilhada pela cultura Pop – onde tudo é apenas uma reflexão mecânica daquilo que ele acha que é. E devo informar que isto não é COSMOVISÃO VAMPYRICA, tampouco paganismo, hermetismo, ocultismo e etcs. Consiste apenas em Superficialidade, insensatez, conformismo, apatia e mesmíce.

    Na mesma ocasião em que escrevi estes breves parágrafos também redigi um código de cavalaria pessoal, um interessante exercício criativo onde podemos encontrar muitos reflexos daquilo que projetamos e assim nos desenvolvermos mais e mais. Apenas vivenciamos em nossa história de vida que “afim atrai afim” e que aquilo que uma pessoa expressa ou fala para terceiros, desvela como e também no que acredita a tal pessoa. Daí observamos principalmente a forma como a pessoa age com todos a sua volta, as consequências que vem a colher do que faz e o quanto esta postura custa para a pessoa, para as pessoas em torno de sí e para a natureza manter viva… e se não sentimos afinidade ou compaixão por mínima que seja da pessoa ou das suas atitudes (independente do credo, cor, time e etcs) silenciosamente cortamos da nossa vida social. Não estamos aqui para sermos modelo de coisa alguma e nem darmos aula de nenhum tipo.Somos apenas pessoas – e Vamps – que apreciam viver suas vidas com autenticidade, transparência, alteridade, integridade, apreciando perene filosodia e juntos a pessoas afins que cultivam tais valores nos seus cotidianos! . . . Havendo respeito de cavalaria e não qualquer pesaroso e forçoso “politicamente correto” temos um Jardim Selvagem melhor! Aliás, diz como tú percebe o teu deus(ou deuses e deusas) que te direi quem tu és…

    [youtube video_id=”eVvvOQ4jbyY” placeholder=”no” ]

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